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Dono da Avianca Brasil promete fechar balanço no azul em 2014

José Efromovich tem fama de procurar empresas em dificuldades para renegociar as dívidas e assumi-las sem desembolsar um centavo

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postado em 11/05/2014 08:00

Rosana Hessel , Sílvio Ribas

Avianca/Divulgação

O empresário José Efromovich, presidente da Avianca Brasil, é uma figura polêmica no setor de aviação. Formado em engenharia civil, conta que entrou no ramo por acaso. “Não entrei. Me entraram. A única coisa que eu sabia de avião era como passageiro e dos modelinhos com que brincava quando criança”, confessa o filho de imigrantes judeus que foi comerciante e professor antes de criar, com o irmão mais velho, Germán, empresas nas áreas de energia, exploração de petróleo, construção naval, inspeção submarina, diagnósticos médicos e aviação — que deram origem, em 2000, ao Grupo Synergy, do qual é acionista e conselheiro.

Agora, o engenheiro nascido na Bolívia e naturalizado brasileiro diz que contraiu o aerococo, nome de um vírus fictício que os apaixonados por aviação brincam ter. “É um vírus danado”, diz ele. Efromovich chegou ao Brasil em 1964, com 9 anos de idade, dois dias depois do golpe militar. A família se instalou no bairro do Bom Retiro, em São Paulo, onde o pai abriu um comércio que foi vendido após o patriarca resolver montar uma fábrica de zíperes.

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A aventura dos irmãos no setor aéreo começou em 1998, quando a dupla recebeu um turboélice King Air como pagamento de uma dívida. Vendo ali uma oportunidade de negócio, eles criaram a empresa de táxi aéreo OceanAir, que, mais tarde, alçou voos mais longos. “O início da operação como companhia regional ocorreu em 2002, depois de absorvermos quatro (turboélices) Brasília que a Rio Sul estava vendendo e de comprarmos três Brasília da Delta”, conta o boliviano, que também tem nacionalidade chilena e polonesa.

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