publicidade

Brasil explora pouco fontes alternativas de produção de eletricidade

As opções poderiam ajudar a afastar o risco de deficit no setor

INFORMAÇÕES PESSOAIS:

RECOMENDAR PARA:

- AMIGO + AMIGOS

INFORMAÇÕES PESSOAIS:

CORREÇÃO:

postado em 12/05/2014 06:00

Simone Kafruni


O Brasil paga caro por ter escolhido a opção mais barata para sua matriz energética em vez de ter ampliado o mix de possibilidades, investindo mais em fontes alternativas de energia. O setor elétrico está afundado num gargalo sem fim porque o país se tornou dependente de hidrelétricas. Com a falta de chuvas e o baixo nível dos reservatórios, as termelétricas, que deveriam ser acionadas apenas em casos emergenciais, foram incorporadas ao sistema, elevando o custo do megawatt/hora (MWh) a níveis recordes.

Leia mais notícias em Economia


Atualmente, térmicas e grandes usinas hidrelétricas geram mais de 90% da energia consumida no país. Mas não faltam alternativas para reduzir essa dependência e a exposição ao preço do MWh no mercado livre, que voltou ao teto de R$ 822,23. Usinas de biomassa, energia solar e eólica e as pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) são algumas fontes não convencionais de eletricidade. Projetos de eficiência energética, aproveitamento do oceano, maior utilização do carvão como combustível termelétrico e a microgeração residencial também têm potencial para minimizar o caos do setor, que já está provocando aumento nas tarifas da conta de luz de todos os brasileiros.

Na avaliação de especialistas, se tais fontes alternativas tivessem participado de mais leilões no passado, já estariam operando. No entanto, só agora, depois do aumento no risco de deficit de energia, o governo prevê uma maior participação desses segmentos. Ainda assim, é pouco, dizem os analistas.

A matéria completa está disponível aqui, para assinantes. Para assinar, clique aqui.
Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal;
a responsabilidade é do autor da mensagem.

publicidade