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Mantega: volatilidade não pode influenciar investidores da Petrobras "A Petrobras é uma empresa das mais valiosas. Não podemos ir atrás de volatilidade de mercado", diz ministro da Fazenda

Agência Brasil

Publicação: 14/05/2014 19:02 Atualização:

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta quarta-feira (14/5) que a Petrobras tem ativos sólidos e que os investidores da estatal não devem se deixar influenciar pela volatilidade do mercado. De acordo com ele, é normal que em tempos de crise as ações caiam. Presidente do Conselho de Administração da empresa, Mantega falou em audiência pública nas comissões de Fiscalização Financeira e Controle e de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados.

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“Aqueles cidadãos que compraram ações da Petrobras compraram um ativo da mais alta valorização. É um ativo que está lastreado em reservas que só aumentaram. A Petrobras é uma empresa das mais valiosas. Não podemos ir atrás de volatilidade de mercado. Os ativos da Petrobras são os mais sólidos. Quem apostar, terá um retorno no tempo devido”, declarou o ministro aos deputados.

Mantega reafirmou a explicação do governo federal e da presidente da Petrobras, Graça Foster, para a compra da Refinaria de Pasadena em 2006. A aquisição, que envolveu US$ 1,25 bilhão, acabou revelando-se um prejuízo. Segundo o ministro, faltavam informações ao Conselho de Administração da estatal e à presidenta Dilma Rousseff à época da compra. “Tenho certeza que os conselheiros não tinham as informações plenas para tomar a decisão”, disse Guido Mantega. Mais cedo, ele havia destacado que não era conselheiro da Petrobras na época e que, posteriormente, foi contra a aquisição da segunda metade da refinaria.

Falando aos deputados das mesmas comissões da Câmara, em abril, Graça Foster disse que, na ocasião da compra, houve falhas por parte da direção da área internacional da empresa ao apresentar o projeto ao Conselho de Administração. De acordo com ela, duas cláusulas foram omitidas. A Presidência da República divulgou nota afirmando que Dilma se baseou em um parecer “falho” quando votou favoravelmente à compra de 50% da refinaria.

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