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Obra para levar água do São Francisco ao semiárido nordestino está parada

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postado em 18/05/2014 08:05 / atualizado em 18/05/2014 11:24

Simone Kafruni

CAPSA/Divulgação


A escassez de planejamento adequado e de capacidade técnica na elaboração de projetos de infraestrutura está entre os principais fatores que retardam a conclusão das obras no Brasil. A própria presidente Dilma Rousseff admitiu semana passada que a transposição de águas do Rio São Francisco foi avaliada de forma equivocada. “Houve atrasos porque se superestimou a velocidade que a obra poderia ter, minimizando a sua complexidade”, reconheceu ela, em visita a Pernambuco, um dos estados beneficiados.

A construção dos canais começou em 2007. O projeto de integração tem extensão de 469 quilômetros e a estimativa é de que 11,6 milhões de pessoas sejam atendidas com fornecimento de água em cidades do Ceará, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte.Apesar de bonito na prancheta, a transposição está longe da realidade projetada graças a toda sorte de desvios e falhas.

Desde 2005, antes mesmo dos trâmites iniciais do projeto, o Tribunal de Contas da União (TCU) já apurava irregularidades. Foram 20 processos que identificaram engenharia básica deficiente, sobrepreço, ausência de fiscalização e os consequentes adiamentos nas obras. Ainda foram encontrados R$ 776,2 milhões em indícios de superfaturamento e serviços desnecessários ou repetidos.


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