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Crédito habitacional exige atenção com juro, seguro e custo administrativo

A Caixa Econômica Federal costuma ser a mais competitiva dado o tamanho de sua carteira: R$ 300 bilhões, fechando cerca de 5 mil contratos de financiamento por dia

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postado em 18/05/2014 08:10

Rosana Hessel

A disparada dos juros não diminuiu o sonho da casa própria para a maioria dos brasileiros que deseja fugir do aluguel. Apesar de os preços estarem se acomodando, é preciso ficar atento às taxas cobradas. Elas estão em alta e variam muito de um banco para outro. A Caixa Econômica Federal costuma ser a mais competitiva dado o tamanho de sua carteira: R$ 300 bilhões, fechando cerca de 5 mil contratos de financiamento por dia.

O diretor de habitação da Caixa, Teotonio Rezende, explica que, pelo Sistema Financeiro Habitacional (SFH), para valores até R$ 750 mil, a menor taxa efetiva é de 8% e a maior, de 9,15%, sem contar os custos administrativos e o seguro, que aumentam o percentual do custo efetivo total. Acima desse valor, os juros nominais variam entre 8,8% e 9,2%. Para os que se enquadram no programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), a taxa é de 4,5% a 8,16%.

“O custo efetivo varia de acordo com o perfil do cliente”, diz Rezende. Neste fim de semana, a instituição realiza o 10º Feirão da Casa Própria, em Brasília. No primeiro dia do evento, na última sexta-feira, o público chegou a 8,5 mil pessoas, e o volume de negócios foi de R$ 149 milhões.

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