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Balança comercial se recupera e tem superávit na terceira semana de maio

Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, as exportações superaram as importações em US$ 563 milhões na semana passada

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postado em 19/05/2014 16:14

Agência Brasil

Depois de registrar resultado negativo de US$ 20 milhões na semana retrasada, a balança comercial (diferença entre exportações e importações) recuperou-se na terceira semana de maio e voltou a ter superávit. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, as exportações superaram as importações em US$ 563 milhões na semana passada.

No mês, a balança comercial acumula superávit de US$ 789 milhões. Apesar do resultado positivo em maio, o indicador, no entanto, continua negativo em 2014, acumulando déficit de US$ 4,777 bilhões no ano, um pouco menor que o de US$ 5,089 bilhões registrado no mesmo período de 2013.

A melhora do saldo da balança comercial é mais resultado da queda das importações do que do desempenho das exportações. No acumulado do ano, as vendas para o exterior totalizam US$ 80,691 bilhões, queda de 2,1% em relação ao mesmo período de 2013 pela média diária. As compras externas, no entanto, somam US$ 85,468 bilhões, recuo de 2,2% também pelo critério da média diária.

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Nas três primeiras semanas de maio, as exportações acumulam queda de 0,5% em relação ao mesmo período de 2013 pela média diária. As vendas de produtos básicos (bens agrícolas e minerais) cresceram 7% nesse tipo de comparação, impulsionadas por minério de cobre, petróleo bruto, carne bovina e suína e pelas safras de café e de soja. No entanto, as exportações de manufaturados caíram 7,8%, principalmente por causa da redução da venda de veículos e aviões, e as de semimanufaturados recuaram 13,5%, puxadas pelo açúcar bruto.

As importações registram queda de 4% pela média diária nas três primeiras semanas do mês em relação ao ano passado. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, as maiores retrações foram registradas nas compras de combustíveis e lubrificantes (-27,6%), borracha usada em obras (-10,1%) e farmacêuticos (-7,1%).

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