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Relator da CPI da Petrobras lamenta recusa de ministro do TCU para depor Investigado pela operação Lava Jato, da PF, por envolvimento com o doleiro Alberto Youssef, Paulo Roberto Costa deixou a carceragem, no Paraná, há duas semanas, onde estava preso desde março

Agência Brasil

Publicação: 27/05/2014 16:43 Atualização:

O relator da CPI do Senado que apura irregularidades na Petrobras, José Pimentel (PT-CE), lamentou nesta terça-feira (27/5) a recusa do ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) José Jorge para depor na comissão. “Eu lamento muito a não vinda do senhor José Jorge, até porque ele foi senador da República, integrou o Conselho de Administração da Petrobras, e hoje acompanha um conjunto de processos de investigação. Lamentavelmente, o senhor José Jorge, que tem um conjunto de dados para ajudar na investigação, se nega a vir”, disse Pimentel.

José Jorge é o relator do processo no TCU que investiga, desde março de 2013, supostas irregularidades na compra da Refinaria de Pasadena. Segundo José Pimentel, em ofício encaminhando a CPI, o ministro José Jorge diz que não gostaria falar sobre o caso em público. O relator da CPI lembrou que a comissão tem o direito constitucional de tomar um depoimento reservado. “Ele simplesmente nos encaminhou um documento dizendo que não viria, e nós vamos analisar os passos a serem tomados”, disse.

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O depoimento do ex-diretor da Área Internacional da Petrobras Jorge Luiz Zelada está confirmado para a próxima quinta-feira (29/5). Zelada, que deixou o cargo em julho de 2012, é apontado como responsável pelo resumo executivo que recomendou a compra dos 50% restantes da Refinaria de Pasadena. O senador cearense negou que a convocação do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa tenha sido resposta à oposição, que duvidava da aprovação de um requerimento para ouvir o executivo em uma comissão dominada por governistas.

Investigado pela operação Lava Jato, da Polícia Federal, por envolvimento com o doleiro Alberto Youssef, Paulo Roberto Costa deixou a carceragem da Polícia Federal, no Paraná, há duas semanas, onde estava preso desde março.

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