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Injeção de dinheiro no BNDES não muda cenário econômico, diz especialistas Nessa quarta-feira, foi publicada a lei que formalizou o repasse de R$ 24 bilhões feito ao banco de fomento no fim do ano passado

Diego Amorim

Publicação: 29/05/2014 09:26 Atualização:

A insistência do governo em injetar dinheiro no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para estimular investimentos não conseguirá reverter o cenário de baixa atividade econômica, no entender de especialistas ouvidos pelo Correio. Nessa quarta-feira (28/5), foi publicada a lei que formalizou o repasse de R$ 24 bilhões feito ao banco de fomento no fim do ano passado, quando uma medida provisória autorizou a liberação dos recursos.

O anúncio, este mês, de um empréstimo de mais R$ 30 bilhões reacendeu, a cinco meses das eleições, a discussão em
torno do papel que o BNDES assumiu a partir do segundo mandato do governo Lula. Mesmo com a redução anual do volume dessas transferências, a turbinada nos cofres da instituição para viabilizar projetos do governo federal e atender a demanda de alguns setores fez estourar a dívida do banco com o Tesouro, que se aproxima de meio trilhão de reais.

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O total emprestado ao BNDES desde 2008 equivale a 8% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo o economista da Universidade de São Paulo (USP) Simão Davi Silber. Nesse mesmo período, a taxa de investimento caiu, ao contrário do que se podia esperar. “As estatísticas não confirmam a justificativa do governo para manter os repasses elevados”, disse.

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