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Relatório do CNI aponta aumento em gastos com educação profissional

O objetivo é que o documento seja um instrumento de diálogo das entidades com diversos públicos

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postado em 09/06/2014 13:10

France Presse

A Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Serviço Social da Indústria (Sesi), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e o Instituto Euvaldo Lodi (IEL) lançaram hoje o Relatório de Sustentabilidade, com informações de gestão financeira e de recursos humanos do chamado Sistema Indústria.

O objetivo é que o documento seja um instrumento de diálogo das entidades com diversos públicos, entre os quais empresários, trabalhadores, representantes do governo, acadêmicos e jornalistas.
No relatório, os leitores poderão conferir, por exemplo, que o Sesi e o Senai ultrapassaram as metas de gratuidade definidas até 2014, em acordo com os ministérios da Educação, do Trabalho e Emprego e da Fazenda, em 2009.

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Dados, no documento, mostram que o Sesi destinou mais de 57% da receita líquida de contribuição compulsória para a educação básica e continuada e ações educativas gratuitas. Esse percentual já superou a meta de 33,33% estabelecida para 2014. Já o Senai repassou 67,2% da receita líquida de contribuição compulsória para vagas gratuitas em cursos de educação profissional, superando a meta de 66,6% previstas para 2014.

A CNI informou ainda que, em 2013, as quatro entidades do sistema industrial empregavam 861 pessoas, das quais 477 são mulheres e 384 são homens. Além disso, o quadro de funcionários é caracterizado pela alta escolaridade: 82% têm nível superior e, desses, 56,5% têm especialização, mestrado ou doutorado.

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