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Turistas não encontram dificuldades para trocar moeda estrangeira em real

Troca de moeda está tranquila nas casas de câmbio do aeroporto e dos setores hoteleiros. Movimento foi grande nas vésperas do Mundial e a tendência é crescer

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postado em 13/06/2014 07:04 / atualizado em 13/06/2014 07:14

Rodolfo Costa

Não falta real nas casas de câmbio. A cada dia, mais estrangeiros desembarcam nos aeroportos brasileiros. No terminal de Brasília, apesar do aumento da demanda, que foi sentido mais fortemente logo no início desta semana, e deve aumentar nos próximos dias, os turistas conseguem comprar a moeda brasileira sem enfrentar problemas ou permanecer muito tempo nas filas.

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Nas agências de câmbio Confiance, o aumento nas vendas de reais foi constatado principalmente nas lojas do Aeroporto Juscelino Kubitschek e nos setores hoteleiros Norte e Sul. “Eu esperava que o movimento fosse aumentar só mais próximo do primeiro jogo — que aconteceu ontem —, o aquecimento veio antes do que prevíamos. Felizmente, a tendência é só melhorar com o passar dos dias”, afirma a supervisora comercial da empresa, Marina Caldeira. Como preparação para o Mundial, a empresa reforçou o estoque nos horários de chegada de voos internacionais e instalou um caixa eletrônico para operações cambiais no terminal aeroportuário.

Entre os muitos turistas que desembarcam na capital, o número de latinos tem se observado bastante expressivo. Chilenos, equatorianos, colombianos ou argentinos, todos muito alegres e maravilhados com a chegada ao Brasil. Moradores de Quito, capital do Equador, os engenheiros mecânicos Igor Perdomo, 40 anos, e Augusto Cardinas, 39, desembarcaram ontem no Aeroporto JK já com um pouco de real em espécie. “Elaboramos um planejamento financeiro para gastarmos US$ 1,5 mil e acreditamos que será o suficiente”, disse Igor. Augusto não esconde a apreensão com o preço dos serviços no país.“Ouvimos falar que uma refeição de qualidade pode sair a US$ 70 (R$ 163, com a cotação de R$ 2,33). No Equador, um almoço ou jantar custa US$ 25 (R$ 58)”, explica.

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