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Indicador de Clima Econômico da América Latina cai seis pontos em julho

O Brasil teve queda ainda mais acentuada, de 71 para 55 pontos, o equivalente a um recuo de 22%

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postado em 13/08/2014 12:01 / atualizado em 13/08/2014 12:06

Paulo Silva Pinto

O indicador de Clima Econômico da América Latina (ICE), caiu de 90 pontos em abril para 84 pontos em julho, anunciou nesta quarta-feira (13/8) a Fundação Getúlio Vargas (FGV), responsável pelo índice em conjunto com o instituto alemão Ifo. O Brasil teve queda ainda mais acentuada, de 71 para 55 pontos, o equivalente a um recuo de 22%.

O México, segunda maior economia da região, foi a única a registrar melhora no índice, com alta de 98 para 102 pontos entre abril e julho. Além da variação positiva, o país leva vantagem sobre o Brasil por ter ultrapassado o limite de 100 pontos, a partir do qual o indicador é considerado favorável. O Brasil está bem abaixo não apenas desse limite, mas também das economias relevantes da região. Mantém-se à frente da Venezuela (20 pontos), mas atrás de todas as outras que participam da pesquisa, incluindo a Argentina (57 pontos), que enfrenta uma grave crise da dívida externa.

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A piora no ICE é consequência de problemas domésticos dos países latino-americanos. No agregado mundial, o índice melhorou 3% entre abril e julho, graças, sobretudo, aos Estados Unidos e aos países asiáticos.

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