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Eleições levam Bovespa a alcançar o maior patamar em 17 meses

Crescimento é impulsionado por apostas na vitória da oposição em outubro

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postado em 20/08/2014 06:01 / atualizado em 20/08/2014 09:00

Paulo Silva Pinto

O quadro eleitoral continua contribuindo para empurrar a Bolsa de Valores de São Paulo (BM&FBovespa). Ontem, o Ibovespa, principal índice do pregão, subiu 1,54%, com forte ajuda das ações da Petrobras. O papel preferencial da estatal, com prioridade na distribuição de dividendos, teve alta de 2,50%, fechando a R$ 20,91. As ações ordinárias, com direito a voto, avançaram ainda mais, 3,19%, fechando a R$ 19,60.

“Estruturalmente, nada mudou no país ou nas empresas. Portanto, é o quadro eleitoral que continua influenciando”, afirmou o economista Lino Gil, da DXI Planejamento Financeiro. Desde sexta-feira, o mercado vem apostando na consolidação da candidatura de Marina Silva (PSB) à Presidência, em substituição a Eduardo Campos. Na segunda-feira, pesquisa do Instituto Datafolha revelou que, se as eleições fossem agora, Marina estaria tecnicamente empatada no primeiro turno com Aécio Neves (PSDB) e, no segundo, com Dilma Rousseff (PT).

Com o desempenho de ontem, o Ibovespa alcançou 58.449 pontos, o nível mais alto desde março de 2013, acumulando uma valorização de 2,61% na semana, de 4,49% em agosto, e de 13,48% no ano. Somente a contar do fechamento de quinta-feira, o papel ordinário da Petrobras acumula elevação de 12,64%.

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