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CEB adia parte do reajuste na conta de energia elétrica para 2015

O reajuste é três vezes maior do que a inflação acumulada nos últimos 12 meses

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postado em 20/08/2014 06:02 / atualizado em 20/08/2014 10:55

Simone Kafruni

Os moradores do Distrito Federal pagarão, em média, 18,88% a mais pela energia elétrica a partir da semana que vem. Ontem, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou a Companhia Energética de Brasília (CEB), que atende 962 mil unidades consumidoras, a reajustar suas tarifas. Para os clientes de baixa renda, o aumento na conta de luz será de 18,08%. Indústrias conectadas em alta tensão serão majoradas em 19,9%. Na baixa tensão, que inclui consumidores residenciais, comerciais e rurais, a alta será de 18,38%. Os novos valores passam a valer em 26 de agosto.

Arte/CB/D.A Press


O reajuste é três vezes maior do que a inflação acumulada nos últimos 12 meses, calculada em 6,5% pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Ainda assim, o aumento foi considerado baixo por especialistas do setor elétrico, uma vez que a agência reguladora tem concedido reajustes de 30%, em média, a outras distribuidoras em razão do preço cada vez mais alto para comprar energia, com a dependência da geração termelétricas e rombos bilionários no caixa das distribuidoras, expostas ao mercado de curto prazo.

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O diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, explicou que, para calcular o índice, é considerada a variação de custos que a empresa teve no ano. A conta inclui custos típicos da atividade de distribuição, sobre os quais incide o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) e outros gastos que não acompanham necessariamente o índice inflacionário, como energia comprada, encargos de transmissão e encargos setoriais. O índice estipulado pelo órgão é o máximo que pode ser praticado pelas distribuidoras, mas as empresas podem aplicar percentuais menores.

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