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Dívida pública acumulada cai, mas juros das emissões sobem O endividamento interno foi reduzido em 1,39%, para R$ 2,082 trilhões

Rosana Hessel

Publicação: 27/08/2014 16:12 Atualização: 27/08/2014 17:17

A dívida pública federal interna e externa teve uma queda de 1,35% em julho, em termos nominais, passando de R$ 2,201 trilhões para R$ 2,173 trilhões. Com isso o estoque permanece abaixo do teto de R$ 2,320 trilhões determinado pelo Plano Anual de Financiamento (PAF).

O custo médio da dívida pública acumulado em 12 meses em julho ficou em 11,05% ao ano, 0,01 ponto percentual acima dos 11,04% ao ano em junho. No entanto, está mais caro para o governo captar recursos internamente. O custo médio das emissões de papéis públicos no mercado interno aumentou 0,26 ponto percentual, passando de 10,99% ao ano para 11,25% ao ano no mesmo período.

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O endividamento interno foi reduzido em 1,39%, para R$ 2,082 trilhões. Essa redução foi resultado do resgate líquido de R$ 48,440 bilhões e à apropriação positiva de juros, no valor de R$ 19,160 bilhões, de acordo com dados do Tesouro Nacional divulgados nesta quarta-feira (27/08). Já o estoque da dívida externa encolheu 0,56% em junho na comparação com junho, passando de R$ 91,21 bilhões (US$ 40,22) para R$ 83,04 bilhões (US$ 36,18 bilhões).

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