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Orçamento prevê 41 mil vagas para concursos em 2015, redução de 39% Concorrência promete ficar maior para vagas no serviço público

Bárbara Nascimento

Publicação: 29/08/2014 08:31 Atualização: 29/08/2014 08:40

A disputa vai ficar ainda mais acirrada para os que pretendem entrar no serviço público em 2015. O governo reduziu quase pela metade, 39%, a previsão de criação de vagas para o ano que vem. Enquanto que o Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa) para 2014 previa abertura de 47.782 postos, o apresentado ontem pelos ministros do Planejamento, Miriam Belchior, e da Fazenda, Guido Mantega, para 2014 reduziu as vagas para 28.957.

A quantidade de postos vagos que podem ser preenchidos no próximo ano também caiu na mesma proporção: de 68.172 para 41.244. Segundo o Ploa, a previsão de gasto caso todas essas contratações ocorram em 2015 é de R$ 2,5 bilhões.

O número inclui os militares, que podem ser tanto contratados quanto concursados. Além disso, há entre as vagas a serem criadas, postos que ainda dependem de aprovação do Congresso Nacional para existirem. A maior parte das possíveis oportunidades são para o Executivo: 13.974 podem ser criadas e 34.576 já existem e devem ser preenchidas. O Judiciário é o segundo com maior número de vagas disponíveis, 13,5 mil no total.

Prioridades
Conforme a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, a prioridade do governo é preencher vagas em setores estratégicos como saúde, educação, segurança e infraestrutura. “Já temos um histórico de contratações nessas áreas. No ano que vem, temos uma cota de R$ 2,7 bilhões para ser gasta com nomeações, incluindo aí o reajuste já programado para os servidores (de 5% conforme acordo feito em 2012)”, afirmou.

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A assessoria de imprensa do Ministério do Planejamento explicou que a realização de concursos para preencher postos está vinculada à necessidade e ao orçamento do órgão. Tanto que o histórico de nomeações por concurso público não segue à regra o número previsto. No geral, esse número é jogado bem para baixo (veja arte). Em 2013, por exemplo, 40,8 mil cargos estavam vagos, segundo a Lei Orçamentária Anual, mas apenas 28.154 foram de fato oferecidos em certames públicos. Há exceções, como em 2012, em que a quantidade de postos ofertados em seleções foi superior em 4 mil vagas ao projetado pela Ploa.

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