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Fenabrave prevê alta de 5% nas vendas de autos e leves em 2017

Segundo Assumpção, o mês de outubro tem apresentado, considerando todos os segmentos, um ritmo diário de vendas de 7,6 mil unidades, semelhante à média de setembro

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postado em 18/10/2016 12:37

Agência Estado

A venda de automóveis e comerciais leves novos no Brasil deve crescer 5% em 2017 na comparação com 2016, estimou nesta terça-feira (18/10), o presidente da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Alarico Assumpção Jr. Para o segmento de caminhões, a expectativa do executivo é de expansão de 6% a 8%. São as primeiras projeções da entidade para o ano que vem.

"A Fenabrave tem crença muito positiva com o governo atual, no que diz respeito a sua política econômica. Temos a certeza de que hemorragia foi estancada e de que dias melhores virão", afirmou o executivo, que participa de evento do setor automotivo em São Paulo. "Mas só voltaremos a ter volumes superiores a 3 milhões de unidades em 2020 e 2021", ponderou. A previsão da Fenabrave para o segmento de autos e leves em 2016 é de 1,99 milhões de unidades, baixa de 19,5% em relação a 2015.

Segundo Assumpção, o mês de outubro tem apresentado, considerando todos os segmentos, um ritmo diário de vendas de 7,6 mil unidades, semelhante à média de setembro. Para novembro e dezembro, ele acredita que o mercado deve superar os resultados de iguais meses do ano passado.

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"O pessoal (das concessionárias) está tendo mais confiança. Mesmo que não esteja realizando negócios, está sendo mais procurado. As lojas, ainda que em um patamar muito pequeno, estão sendo mais visitadas", explicou, citando também o Salão do Automóvel, que ocorrerá em novembro e deve trazer lançamentos de veículos.

Na segunda-feira (17/10) no mesmo evento, o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, disse, em vídeo exibido aos participantes, que espera um crescimento próximo de dois dígitos para o mercado de veículos, considerando todos os segmentos. A previsão da Anfavea para este ano é de baixa de 19%.

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