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Atividade do comércio recua 1,2% em outubro ante setembro

Para os economistas da Serasa, a diminuição de empregos, a retração da renda, a inadimplência elevada e as condições restritivas do crediário são alguns dos fatores que estão afetando a atividade varejista

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postado em 07/11/2016 17:25


Apesar da comemoração do Dia da Criança, uma nova retração atingiu a atividade varejista no País em outubro. De acordo com Indicador Serasa Experian de Atividade Econômica, houve recuo de 1,2% no movimento das lojas ante setembro, já descontados os efeitos sazonais. Na comparação com outubro do ano passado, a queda foi de 5,2%. Já nos dez primeiros meses de 2016, o comércio varejista registrou queda de 7,4% ante igual intervalo do ano passado.

Para os economistas da Serasa, a diminuição de empregos, a retração da renda, a inadimplência elevada e as condições restritivas do crediário são alguns dos fatores que estão afetando a atividade varejista.

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Em outubro, metade das categorias pesquisadas pela Serasa registrou recuo. A maior queda ocorreu no segmento de móveis, eletroeletrônicos e equipamentos de informática, que recuou 2,3% em outubro, seguido pela retração de 2,1% no ramo de combustíveis e lubrificantes e de 1% no segmento de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas. Por outro lado, o segmento de veículos, motos e peças cresceu 1,1% neste mês, o de materiais de construção registrou avanço de 0,4% e o de tecidos, vestuário, calçados e acessórios cresceu 0,2%.

No acumulado do ano, o setor que registrou a maior queda foi o de veículos, motos e peças - encolheu 14,1% ante igual intervalo do ano passado. Houve também recuo de 13,4% no segmento de vestuário e de 12,1% em móveis, eletroeletrônicos e equipamentos de informática. Retrações menores ocorreram nas lojas de material de construção, que sofreram queda de 6,5%, e nos supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas, que registraram recuo de 7,2%. Somente o segmento de combustíveis e lubrificantes cresceu em relação ao mesmo período do ano passado, com alta de 2,7%.

Por Agência Estado

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