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Grupo Alimentação contribuiu mais para o IPC-S na 1ª quadrissemana do mês

Nessa classe de despesas, a FGV destacou o comportamento do item frutas (-2,87% para -0,17%). O indicador geral subiu 0,05 ponto porcentual, de 0,34% para 0,39% entre os dois períodos

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postado em 08/11/2016 09:33

O grupo Alimentação, que avançou de -0,05% na quarta quadrissemana de outubro para 0,06% na primeira leitura de novembro, foi o que mais contribuiu para o resultado do Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S), divulgado nesta terça-feira, 8, pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Nessa classe de despesas, a FGV destacou o comportamento do item frutas (-2,87% para -0,17%). O indicador geral subiu 0,05 ponto porcentual, de 0,34% para 0,39% entre os dois períodos. Dentre as outras classes de despesas que registraram acréscimo em suas taxas de variação, a FGV destacou o comportamento dos itens show musical (-1,73% para -0,08%), em Educação, Leitura e Recreação, etanol (5,11% para 5,72%), no grupo Transportes, acessórios para vestuário (-0,50% para -0,06%, no segmento Vestuário, e tarifa de eletricidade residencial (-0,18% para 0,53%), em Habitação.

De forma isolada, os itens com as maiores influências de alta foram gasolina (1,77% para 1,92%), etanol (5,11% para 5,72%), plano e seguro de saúde (mesmo com a desaceleração de 1,04% para 1,03%), refeições em bares e restaurantes (apesar da desinflação de 0,42% para 0,37%) e taxa de água e esgoto residencial (mesmo com a redução na taxa de 1,62% para 1,30%).

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Já os cinco itens com as maiores influências de baixa foram leite tipo longa vida (a despeito de a deflação ter reduzido de -13,02% para -12,76%), feijão carioca (-9,87% para -12,15%), mamão papaya (apesar de a variação ter acelerado de -23,81% para -16,97%), móveis para a residência (-0,30% para -0,83%) e tarifa de ônibus urbano (que manteve a variação de -0,28%).

Por Agência Estado
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