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Correio Braziliense

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Para diretor da Petrobras, prejuízo de R$ 16 bi não será recorrente

As perdas resultam de uma reavaliação de ativos, o chamado impairment, com impacto de R$ 15,7 bilhões no terceiro trimestre deste ano

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postado em 11/11/2016 06:00 / atualizado em 11/11/2016 01:26

Simone Kafruni

Agência Petrobras/Divulgação - 31/8/09


A Petrobras registrou prejuízo de R$ 16,458 bilhões no terceiro trimestre do ano, o terceiro maior rombo trimestral da companhia. O principal motivo da perda bilionária foi uma reavaliação de ativos e de investimentos, o chamado impairment, que resultou em baixa contábil de R$ 15,7 bilhões em decorrência da variação cambial e da perda do grau de investimento do país.

O diretor financeiro da Petrobras, Ivan Monteiro, afirmou que o evento não é recorrente e foi antecipado devido à aprovação do novo plano de negócios, em setembro, que exigiu a revisão de parâmetros como o preço do petróleo e a taxa de câmbio. “A companhia não espera, nos próximos trimestres, impactos tão relevantes”, explicou. Segundo ele, se não fosse a reavaliação, normalmente feita no último trimestre, teria sido registrado lucro líquido por volta de R$ 600 milhões.

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Entre o teste de impairment feito no ano passado e o deste ano, o resultado sofreu com a elevação do risco país. “Em dezembro de 2015, o prêmio era de 3,9%. Hoje, subiu 23%, chegando a 4,8%, por causa da perda do grau de investimento. Isso afeta o desconto”, explicou Mário Jorge, gerente executivo da companhia. Além disso, o câmbio se desvalorizou. “Quando se multiplica o valor do ativo pela cotação do dólar mais baixa, ele vale menos em reais”, disse Jorge.

 

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