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Correio debate estratégias para garantir o empreendedorismo

Evento está marcado para 22 de novembro. Participe!

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postado em 14/11/2016 06:45

Arquivo Pessoal


Em tempos em que a redução de gastos é um dos discursos mais utilizados pelo governo federal para a saída da crise, as discussões sobra a importância de simplificar o empreendedorismo como força motriz para a retomada da atividade ganham mais peso. Uma parceria da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) e do Correio Braziliense trará o tema à tona. No próximo dia 22, promoverão o evento Empreendedorismo: A força da venda direta no Brasil, com debates sobre reforma trabalhista, simplificação tributária, segurança jurídica do segmento como forma de fomentar empregos, consumo e, consequentemente, alavancar a economia.

O encontro ocorrerá no auditório do Correio para mais de 120 convidados, a partir das 9h, com inscrições gratuitas. Participarão do evento a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Ives Gandra da Silva Martins Filho, o diretor-presidente do Sebrae Nacional, Guilherme Afif Domingos, o secretário executivo do Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS), Antônio Correia de Almeida, além do deputado federal Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), o ministro Guilherme Augusto Caputo Bastos, do TST, e representantes do segmento de vendas direta.

Com enorme potencial para criação de oportunidades, o setor foi responsável por absorver 200 mil pessoas somente em 2015, trabalhadores que, não fosse pelas vendas diretas, estariam na fileira de desempregados que a crise gerou. Esse número de geração de oportunidades, entretanto, poderá ser bem maior, caso o governo federal, legisladores e o próprio Judiciário atuaem em conjunto pela aprovação e conscientização da população para a importância da aprovação das reformas estruturais no país, avalia a diretora executiva da ABEVD, Roberta Kuruzu.

“É algo que o mundo inteiro está discutindo. De fato, as sociedades são complexas e não necessariamente as relações de trabalho têm que ser de emprego. É preciso reconhecer, sim, que as pessoas tenham direito de empreender”, sustenta. Em um país como os Estados Unidos, onde as legislações trabalhistas são mais flexíveis, há quase 10 milhões de pessoas trabalhando com venda direta. No Brasil, são 4,6 milhões de empreendedores. Essa diferença desmente, na opinião dela, uma falsa ideia de que o modelo do setor é ótimo para países pobres. “Apenas Brasil e China figuram entre os seis maiores líderes mundiais”, afirma.

A ABEVD defende que o setor precisa de uma legislação trabalhista segura que não fragilize as relações de trabalho e fomente o empreendedorismo. Por isso, defende a eliminação do vínculo trabalhista na relação entre empresas e revendedoras e distribuidores. “O setor assegura uma forma de complementação de renda de maneira até complementar e flexível para algumas pessoas, que não podem correr o risco de ter o trabalho extinto pela instabilidade das relações trabalhistas”, avalia Roberta. Dessa forma, uma reforma trabalhista pode contribuir para que mais jovens e idosos possam obter, na venda direta, uma fonte de renda. Em um cenário de crise, principalmente, ela entende que isso seria essencial para a criação de mais oportunidades de trabalho.


Correio Debate 

Empreendedorismo: A Força da Venda Direta no Brasil

» Painéis
1 — Os impactos socioeconômicos da venda direta e suas histórias de valor, com David Legher, presidente da Avon Brasil

2 — As legislações trabalhista e tributária e os impactos no setor, com Antonio Correia de Almeida, secretário executivo do Ministério do Trabalho, deputado federal Luiz Carlos Hauly (PSDB/PR) e Guilherme Augusto Caputo Bastos, ministro do Tribunal Superior do Trabalho

3 — Venda direta: uma oportunidade para todos, com Ana Fontes, Rede Mulher Empreendedora

Data: 22/11/2016
Local: Auditório do Correio Brasiliense
Inscrições: gratuitas, no correiobraziliense.com.br/correiodebate, até 21/11/2016
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