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Retomada da indústria em 2017 depende de investimentos em infraestrura

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postado em 17/11/2016 14:21 / atualizado em 17/11/2016 14:37

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Hamilton Ferrari/CB/D.A Press

 

Indaiatuba (SP) — Empresas industriais veem boas chances de retomada do crescimento por meio de obras de infraestrutura no próximo ano, mas temem que as investigações de casos de corrupção, principalmente no âmbito da Operação Lava-Jato, sejam um entrave. Para Roberto Marques, diretor de vendas da John Deere, fabricante de máquinas, uma possibilidade para a retomada é empreiteiras de médio porte ocuparem o espaço das investigadas. “Aliar novas formas de financiamento, com empresas médias preenchendo o buraco deixado pelas grandes, seria uma receita de sucesso”, declarou.


A John Deere investiu US$ 180 milhões em fábricas no Brasil. A primeira ficou pronta em 2014, quando a economia já se desaquecia. Marques destacou que qualquer instabilidade política é ruim para o setor de infraestrutura. O governo de Dilma Rousseff, segundo ele, foi marcado por frustração. “Os poucos projetos que atraíram investidores tiveram problemas com a Lava-Jato”, lamentou. Até o fim do mês, o governo promete destravar o setor de infraestrutura.

 

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O secretário-executivo do Programa de Parceria de Investimentos (PPI), Wellington Moreira Franco, afirmou, por meio de sua assessoria, que “trabalha para impingir às novas concessões um ambiente regulatório e de fortalecimento na governança que trarão segurança jurídica, concorrência e transparência.”

 

Com as baixas vendas no Brasil, a empresa começou a investir em exportações para a América Latina, África, Ásia e Europa. Na análise de Marques, o mercado brasileiro dá sinais de melhoras e deve crescer de 5% a 10% em 2017.

 

O repórter viajou a convite da John Deere

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