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Congresso pode funcionar em janeiro para votar a reforma da Previdência

Os parlamentares deverão trabalhar sem pagamento extra

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postado em 29/11/2016 12:02 / atualizado em 29/11/2016 12:09

Alessandra Azevedo - Especial para o Correio

O partido do presidente Michel Temer está empenhado em aprovar o mais rápido possível a reforma da Previdência, que será enviada pelo governo nos próximos dias. Após reunião no Palácio do Planalto, ontem, o senador Romero Jucá (PMDB-RR) não descartou uma autoconvocação do Congresso Nacional, a partir de 10 de janeiro, para adiantar a discussão do tema. Os parlamentares deverão trabalhar sem pagamento extra.


"O PMDB defende que nós possamos ter autoconvocação para discussão da Previdência e de alguns outros temas econômicos que são importantes para o país. É uma questão que está sendo colocada, não está definida ainda, mas a posição do PMDB é que possa ter autoconvocação e a gente possa dar uma rápida resposta a todos os ajustes necessários", disse Jucá.

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A senadora Lídice da Mata (PSB-BA) considerou "estranho" que a decisão de estender os trabalhos durante o recesso, para analisar uma proposta que ainda nem chegou ao Congresso, tenha sido tomada sem que os senadores e deputados fossem consultados. "O que é isso? O Congresso, diferente de firmar suas posições de independência colaborativa com o Poder Executivo, agora já se submete totalmente a uma agenda determinada por ele", criticou, ressaltando que o governo Temer tem tido pressa em votar propostas "que não têm apoio popular".

 

Com informações da Agência Senado

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