Reforma trabalhista pode ser votada terça na comissão e quarta no plenário

inte e quatro horas após sofrer uma derrota em plenário, a base aliada na Câmara conseguiu aprovar o requerimento de urgência que dá celeridade à apreciação do projeto da reforma trabalhista

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postado em 19/04/2017 22:46

Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
 
 
Após a aprovação nesta noite de quarta-feira (19/4) da urgência para a tramitação da reforma trabalhista, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que a matéria pode ser votada no plenário da Casa já na próxima quarta-feira (26/4). Segundo ele, o prazo para emendas vai até segunda-feira, e na terça-feira a reforma será votada em comissão. 
 

Vinte e quatro horas após sofrer uma derrota em plenário, a base aliada na Câmara conseguiu aprovar o requerimento de urgência que dá celeridade à apreciação do projeto da reforma trabalhista. Ontem, o requerimento teve o apoio de apenas 230 deputados, 163 votaram contra e apenas um parlamentar se absteve. Sem os 257 votos necessários, o requerimento foi rejeitado na noite anterior. Hoje, foram 287 votos a favor e 144 contra. 

"Ontem foi um descuido meu", reconheceu novamente. "Mas com a aprovação das reformas vai haver uma melhora das relações entre o capital e o trabalho. Vamos dar mais segurança jurídica para quem quiser investir no Brasil e gerar emprego", completou. 

Maia repetiu que, se o relatório da reforma da Previdência for aprovado na comissão especial no dia 3 de maio, poderá ser votado em primeiro turno no plenário no dia 8 do próximo mês. "Apesar das polêmicas que geram no plenário, essas reformas vão gerar um Brasil diferente, preocupado com a geração de empregos e com o equilíbrio das contas públicas. O País vai reduzir o déficit da Previdência e reverter o déficit primário", concluiu.

Maia disse ainda que a votação de 10 destaques ao projeto de Regime de Recuperação Fiscal (RRF) dos Estados será retomada na próxima semana. O texto-base do projeto foi aprovado ontem e apenas dois destaques foram apreciados hoje. Só após a apreciação dos destaques o texto seguirá para o Senado.
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