Segunda Turma do STF mantém prisão de sócio de Adriana Ancelmo

Ele é suspeito de receber cerca de R$ 1 milhão em dinheiro proveniente de propinas do esquema de corrupção montado no governo de Sérgio Cabral

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postado em 06/06/2017 17:18

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (6/6) por três votos a um, manter a prisão do advogado Thiago Aragão Gonçalves Pereira e Silva, sócio do escritório de advocacia de Adriana Ancelmo, mulher do ex-governador Sérgio Cabral.
 
 
Aragão foi preso em janeiro deste ano na Operação Eficiência, desdobramento da Lava-Jato no Rio de Janeiro, apontado como "braço direito" de Adriana. Ele é suspeito de receber na própria casa cerca de R$ 1 milhão em dinheiro proveniente de propinas do esquema de corrupção montado no governo de Sérgio Cabral. O advogado também teria presenciado o pagamento de propinas ao escritório.

Embora a defesa alegue que não há provas suficientes para justificar a prisão preventiva de Aragão, a Segunda Turma do STF manteve a decisão. Votaram a favor da manutenção da prisão os ministros Ricardo Lewandowski, Celso de Mello e Edson Fachin. Pela soltura, votaram Gilmar Mendes e Dias Toffoli, que apontaram alongamento do tempo de prisão.

Tags: lava-jato
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