Conheça histórias de trainees e ex-trainees

Trainees contam como têm sido a experiência de trabalhar em grandes empresas e falam sobre o intenso processo seletivo

INFORMAÇÕES PESSOAIS:

RECOMENDAR PARA:

- AMIGO + AMIGOS
Preencha todos os campos.

postado em 06/08/2017 08:49 / atualizado em 06/08/2017 08:56

Arquivo pessoal
Para fazer carreira

Trainee do Itaú há sete meses, Laura Pinheiro Lopes, 22, encara a experiência como oportunidade única. “Sou desafiada o tempo todo e incentivada a ter autonomia. Tem muita pressão porque a gente tem que entregar os processos, mas vejo tudo isso como algo muito bom”, conta ela, que se formou em administração pela Fundação Getulio Vargas (FGV) no fim de 2016. “Eu queria muito trabalhar em banco, conhecia algumas pessoas que tinham feito isso e falavam muito bem, então decidi que queria ser trainee em um”, lembra. Ela enfrentou cinco meses de processo seletivo e cinco etapas e considera a última a mais desafiadora. “Na entrevista pessoal com os executivos, fiquei muito nervosa, eu não sabia muito bem como iria ser”, diz. Laura quer fazer carreira no banco e acredita que esse foi um bom começo. “A gente recebe muito treinamento, aprende a identificar os próprios pontos fracos e fortes, tem contato com diversas pessoas e áreas. Essa oportunidade fez com que eu tivesse muito mais certeza da minha decisão de seguir essa carreira.”


Ana Rayssa/Esp. CB/D.A Press
Treinamento diferenciado

Formado em administração pela UnB e trainee da companhia de bebidas Ambev há oito meses, Matheus Santana, 22 anos, queria um modelo de carreira em que pudesse crescer de acordo com os resultados e enxergou nos programas de trainee uma forma de alcançar esse objetivo. “Na minha experiência, estou podendo conhecer a empresa como um todo, entender cada área, como pensa a liderança da empresa e quais são as expectativas voltadas para as equipes”, destaca. “Passei por diversas cidades do país, como Uberlândia, Salvador e São Paulo e, neste mês, vou participar de um treinamento nos Estados Unidos com a administração global. O contato com as pessoas de variados cargos da empresa é algo que realmente não tem preço”, diz.
 

Humberto Siqueira/Divulgação
Em busca de dinamismo 

 
A concorrência dos processos de trainee assustou Priscilla Paula Seixas, 25, mas não a desanimou. “O processo foi bem difícil, eram 12 mil candidatos, foi uma disputa bem acirrada e a cada fase você só sabia que tinha ido bem quando passava para a próxima. A dinâmica de grupo também foi complicada porque era preciso se destacar e ao mesmo tempo trabalhar em equipe”, lembra a trainee do banco Santander há oito meses. A engenheira aeroespacial, graduada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) desde 2016, decidiu passar por processos seletivos do tipo porque viu que o perfil dela se encaixava com esse tipo de vaga. “Quando me formei e comecei a trabalhar, vi muitas restrições. Eu queria algo mais dinâmico e percebi que as oportunidades de trainee ofereciam isso”, conta. Para ela, a experiência tem sido ótima. “Está sendo melhor do que eu imaginava. Estou na terceira área de rotação e conheci diferentes setores e pessoas”, relata.
Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal;
a responsabilidade é do autor da mensagem.