Ministro do Planejamento prevê alta de 1% no PIB de 2017

Ao comentar resultado do terceiro trimestre, Dyogo Oliveira destaca que a continuidade do crescimento econômico depende, principalmente, da reforma da Previdência

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postado em 01/12/2017 12:29 / atualizado em 01/12/2017 13:05

Marcelo Camargo/Agência Brasil
 
Poucos minutos após o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, fazer quatro breves comentários sobre o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) em sua página pessoal do Twitter, o ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Dyogo Oliveira, fez o mesmo e postou oito comentários na página da pasta. Oliveira destacou que está mais aquecida e pode crescer 1% neste ano e ressaltou a importância da continuidade das reformas, especialmente, a da Previdência.

“Carry-over de 2017 está em 1% e sinaliza que o crescimento deste ano poderá ser de 1%”, afirmou o ministro nesta sexta-feira (02/12) no Twitter. As previsões do chefe do Planejamento para o PIB deste ano estão acima da expectativa do mercado. A mediana das previsões dos 100 economistas ouvidos pelo Banco Central está em 0,73%.  “A trajetória positiva do PIB para os próximos trimestres mostra a necessidade de aprovação das reformas, principalmente, a da Previdência, para tornar o crescimento sustentável”, escreveu o ministro.


Para Oliveira, o PIB do 3º trimestre só não veio melhor porque as importações registraram forte crescimento, o que não deixa de ser boa notícia, “pois confirma que a economia doméstica está mais aquecida e é mais um sinal de retomada.”

O ministro também destacou o crescimento do consumo das famílias, pelo terceiro trimestre consecutivo, como reflexo da “recuperação do mercado de trabalho e da massa salarial, além das medidas de estímulo, como a liberação do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço)”.  “Pela primeira vez após quatro anos que os dois principais componentes da demanda, consumo das famílias e investimento, registram crescimento positivo no mesmo trimestre”, destacou. Para ele, a expansão da indústria, das exportações e do comércio entre julho e setembro, “significa uma expansão gradual e continuada desses setores”.
 
 
 
 
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