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Estado de Minas

Marun nega "plano B" para a Previdência e assegura votação em fevereiro

Para o responsável pela articulação política entre o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional, não existe razões para que haja o adiamento


postado em 06/02/2018 11:46 / atualizado em 07/02/2018 17:35

Marun admite que ainda faltam convencer entre 40 a 50 deputados indecisos na Câmara(foto: Sérgio Lima/AFP)
Marun admite que ainda faltam convencer entre 40 a 50 deputados indecisos na Câmara (foto: Sérgio Lima/AFP)
 
O governo federal continua batendo o pé e negando as possibilidades de a votação da reforma da Previdência ficar para março. Em café da manhã com representantes da Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais (Abrig) nesta terça-feira (6/2), o ministro-chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República, Carlos Marun, garantiu que não há “plano B” e que a proposta será apreciada no plenário da Câmara dos Deputados ainda em fevereiro. 

A tarefa, no entanto, é delicada. Marun admite que ainda faltam convencer entre 40 a 50 deputados indecisos na Câmara. “Falta pouco tempo, mas falta pouco voto. Entre os indecisos, temos que convencer um a cada dois. É difícil? É. Mas não é impossível. E nós estamos imbuídos em busca da vitória. Não temos outro foco que não seja a busca incessante do que será uma vitória para o Brasil”, disse. 

Para o responsável pela articulação política entre o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional, não existe razões para que haja o adiamento. “Ou efetivamente aprovamos e votamos em fevereiro, ou será uma oportunidade perdida, coisa que não penso que vai acontecer. Aproveitaremos a oportunidade e faremos o que é preciso e necessário”, disse. 

As articulações políticas para aumentar o número de votos terão continuidade hoje. No Planalto, Marun se reunirá com nove deputados: Ronaldo Fonseca (PROS-DF), Felipe Bornier (PROS-RJ), Heuler Cruvinel (PSD-GO), Joaquim Passarinho (PSD-PA), Diego Andrade (PSD-MG), Jaime Martins Filho (PSD-MG), Alex Canziani (PTB-PR), Cabuçu Borges (PMDB-AP) e João Carlos Bacelar (PR-BA). Desses, ele espera conquistar o voto de oito, conforme afirmou na saída do café da manhã. 

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