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Índice de Preços ao Consumidor Semanal fica em 0,49% em abril, aponta FGV

Apesar de ter vindo 0,01 ponto porcentual abaixo do resultado de março, o IPC-S de abril ficou acima do teto do intervalo das projeções, de 0,29% e 0,46%. A mediana era de 0,42%

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postado em 02/05/2016 09:09

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) ficou em 0,49% em abril ante 0,50% em março, informou nesta segunda-feira (2/5), a Fundação Getulio Vargas (FGV) Na terceira quadrissemana de abril, o IPC-S havia ficado em 0,38%. O indicador acumula altas de 3,57% no ano e de 9,24% em 12 meses.

Apesar de ter vindo 0,01 ponto porcentual abaixo do resultado de março, o IPC-S de abril ficou acima do teto do intervalo das projeções, de 0,29% e 0,46%. A mediana era de 0,42%.

Das oito classes de despesas analisadas, cinco registraram acréscimo em suas taxas de variação de preços na passagem da terceira para a quarta quadrissemana. São elas: Saúde e Cuidados Pessoais (1,46% para 2,41%), Vestuário (0,48% para 0,74%), Transportes (0,26% para 0,32%), Educação, Leitura e Recreação (-0,13% para -0,09%) e Despesas Diversas (0,25% para 0,28%).

No sentido contrário, registraram decréscimo os grupos Alimentação (0,81% para 0,69%), Habitação (-0,28% para -0,29%) e Comunicação (0,15% para 0,14%) na mesma base de comparação.

Saúde e Cuidados Pessoais
O grupo Saúde e Cuidados Pessoais, que avançou de 1,46% na terceira leitura de abril para 2,41% na última quadrissemana do mês, foi o que mais contribuiu para a elevação do Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) divulgado pela FGV. O indicador geral subiu 0,11 ponto porcentual, de 0,38% para 0,49% entre os dois períodos.

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Os itens com as maiores influências de alta foram remédio vasodilatador para pressão arterial (3,22% para 6,79%), batata-inglesa (10,23% para 14,50%), tarifa de ônibus urbano (1,08% para 1,26%), plano e seguro de saúde (apesar de a variação ter ficado estável em 1,04%) e leite tipo longa vida (a despeito da desaceleração da taxa de 4,67% para 4,49%).

Já os cinco itens com as maiores influências de baixa foram tarifa de eletricidade residencial (-3,64% para -3,75%), tomate (-15,95% para -19,62%), etanol (-1,75% para -3,64%), excursão e tour (a despeito de a taxa ter ficado praticamente estável, passando de -3,72% para -3,71%) e condomínio residencial (-0,34% para -0,45%).

Dentre as outras quatro classes de despesas que registraram acréscimo em suas taxas de variação, a FGV também destacou o comportamento dos itens roupas (0,74% para 0,90%), em Vestuário; gasolina (-0,59% para -0,22%), em Transportes; show musical (0,77% para 0,83%) em Educação, Leitura e Recreação, e alimentos para animais domésticos (0,87% para 1,15%) em Despesas Diversas (0,25% para 0,28%).
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