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Tenho as seguintes dúvidas: fechei a compra de um apartamento, peguei um empréstimo de R$ 180 mil no Banco do Brasil, o dinheiro foi depositado na minha conta, mas o vendedor desistiu de concretizar o negócio. Negociei com o banco, o cancelamento do crédito (R$ 180 mil), porém, adicionando o prejuízo da cobrança irreversível de IOF e juros de carência até a primeira prestação acertada, o que significou total debitado em conta, de aproximadamente R$ 185,4 mil. No extrato do banco, aparecem os valores do total bruto do empréstimo, (principal + IOF e Juros = R$ 185,4 mil), prestações pagas (R$ 185,4 mil), saldo zero, juros pagos (R$ 108) e amortização em 2015 (R$ 185.292). A questão é: 1) Devo lançar os valores totais como pagamentos feitos ao Banco do Brasil (R$185,4 mil), o que gera falsa impressão de renda que, de fato, não tive, para pagar o total mencionado e, em paralelo, lançar também na tabela de ônus e dívidas reais; 2) Lançar em ambas tabelas apenas o valor efetivamente pago (R$ 5,4 mil) como despesas do empréstimo e ignorar os R$ 180 mil que entraram na conta em 30/9 e saíram para liquidação em 1/10/2015; 3) Dado o saldo devedor %u201Czero de empréstimos ou ônus reais, possível alternativa de não lançamentos de quaisquer valores, (Principal, R$ 180 mil + IOF + juros (R$ 5,4 mil), não explicitando nem obtenção e imediata devolução do empréstimo; 4) Possível alternativa a ser sugerida » Ricardo Tafani

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postado em 16/03/2016 17:27

O senhor deve declarar o pagamento dos encargos de R$ 5,4 mil na ficha Pagamentos Efetuados. Também é recomendável informar o empréstimo e a sua liquidação na ficha Bens e Direitos %u2014 código 51 %u2014 Crédito Decorrente de Empréstimo, deixando como R$ 0,00 o saldo em 31/12/2015.


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