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Pendências devem ser resolvidas para não cair na malha fina de novo

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   O contribuinte que ainda não recebeu a restituição de imposto de renda ou recebeu aviso da Receita Federal de que a declaração está na malha fina, pode regularizar as pendências, antes de enviar a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF 2017). Isso vale para prestação de contas fiscais de anos anteriores, até 2016. Se está na malha fina, significa que as informações prestadas estão incorretas ou incompletas e os filtros da Receita vão enviar a nova declaração direto para a retenção, também.
   A cada ano o “Leão” amplia suas garras, aumenta os filtros para cruzamento de todas as informações prestadas pelo contribuinte. São inúmeras as fontes obrigadas a encaminhar números de CPFs e valores de transações, patrimoniais ou financeiras, permitin do à Receita ter controle fiscal mais ampliado sobre quem declara e quem sonega informações à máquina arrecadadora. A página da Receita na internet oferece um passo a passo para o contribuinte regularizar sua situação: (http://idg.receita.fazenda.gov.br/interface/cidadao/irpf/2017/processamento/regularizacao-de-pendencias).

 Se os dados estão errados, basta retificar, complementando ou corrigindo as informações. Isso será possível acessando o extrato da declaração, no link correspondente.

Extrato 

  Para achar o extrato, o contribuinte tem que se cadastrar, gerar um código de acesso e informar o número do recibo da última declaração entregue. Encontrado o extrato da declaração, torna-se possível identificar que tipo de pendência deve ser corrigida. Mas para achar o extrato, o contribuinte tem que se cadastrar, gerar um código de acesso e informar o número do recibo da declaração entregue. O passo seguinte é escolher se faz a retificadora on line ou usa o programa da declaração. A diferença é que, no primeiro caso, as correções serão na declaração apresentada. E no segundo, faz uma declaração retificadora. Se o contribuinte achar tudo muito complicado, pode agendar e dirigir-se a uma unidade de atendimento da Receita, inclusive levando os dados em “mídia removível”, em pen drive, por exemplo. Ou buscar a ajuda de um contador, especialista nessas tramas tributárias. O Fisco não permite que o contribuinte troque a forma de tributação, depois de terminado o período de entrega da declaração. Se apresentar uma declaração simplificada e quiser trocar pelo modelo completo, com a descrição de despesas dedutíveis do imposto de renda, por exemplo, essa opção só é dada durante o período de entrega da declaração de ajuste anual. Quando o contribuinte demora a receber a restituição tributária, mas tem certeza de que seus dados estão corretos, o melhor é reunir toda a documentação comprobatória e agendar um atendimento numa agência da Receita. O que só é possível para declarações passadas. Para dados relativos ao ano de 2016, cuja prestação de contas do IRPF será entregue até 28 de abril, o agendamento será possível somente a partir de janeiro de 2018, informou a Receita Federal. Importante lembrar que todas informações prestadas e respectivos recibos devem ser guardados pelo contribuinte por, no mínimo, cinco anos, porque podem ser requisitados pelo Fisco nesse período.

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