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Uso de tecnologias ganha força na hora de escolher a escola do filho

Para ajudar na escolha da escola do seu filho, o Correio lança hoje o site especial Escolha a escola do seu filho, antes do tradicional suplemento do jornal impresso, que estará nas bancas em 25 de outubro

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postado em 13/10/2014 15:34

Oswaldo Reis/Esp. CB/D.A Press


O meio digital e a internet ganham um peso imenso na hora de decidir qual método de ensino é o melhor para os filhos. Segundo pesquisa feita pela Fundação Telefónica Vivo com 1.440 jovens de 16 a 24 anos, 28% deles utilizam a grande rede a fim de buscar informações para a educação e o aprendizado. Para ajudar nessa escolha complicada, o Correio lança hoje o site especial Escolha a escola do seu filho, antes do tradicional suplemento do jornal impresso, que estará nas bancas em 25 de outubro.

Conversas com especialistas, professores, alunos, qual suporte se adequa melhor à dinâmica da era digital e o uso de tecnologia nos colégios serão os temas de diversas discussões e implicações na formação dos alunos do DF e do Brasil tanto na página da internet quanto no jornal impresso. “É difícil competir com a internet, ninguém sabe mais do que o Google”, afirma o professor de química Gabriel Prazeres. Ele leciona em uma escola que adota tablets e recursos digitais. Segundo o professor, o avanço conquistado no grau de autonomia dos alunos é indiscutível. “Com a interatividade do material, recursos de vídeos e exercícios dinâmicos, estimulamos cada vez mais o aprendizado, complementado pela vontade do próprio aluno.”

Ainda de acordo com a pesquisa, 82% dos jovens que participaram do levantamento declararam ter usado a rede para realizar atividades propostas na sala de aula; outros 77% afirmaram que utilizaram o suporte em casa para fazer trabalhos por iniciativa própria.

Para além de possíveis atritos ou desvios de atenção, a internet tem se tornado um espaço de relacionamento extraescolares, por intermédio das redes sociais, estimulando encontros que fogem à obrigação estabelecida nas quatro paredes da sala. Mobilizações sociais, eventos nas ruas, palestras e simpósios são exemplos que ilustram a extensão que o meio digital pode proporcionar. “Há cerca de um mês, vi um grupo de alunos estudando por videoconferência. Fiquei impressionado com a criatividade. Hoje em dia, cada sala tem um grupo específico para dever, para discutir e debater as tarefas”, diz Gabriel. “O papel do professor nunca foi de ser o detentor do conhecimento. Pelo contrário, a nossa função se limita a provocar, a instigar o aluno a querer saber mais. Por isso, cabe a nós termos a sensibilidade de conhecer o perfil do jovem, a fim de saber quais são os melhores caminhos para fornecer esse estímulo”, acrescenta o educador.

Esse pensamento colabora para a discussão de qual será o papel do professor no futuro, visto que 38% dos jovens conectados discordam parcial ou totalmente com a afirmação de que ele será mais um orientador no futuro. Ao mesmo tempo, 24% concordam total ou parcialmente que a internet tem conteúdo demais, o que torna a seleção algo possivelmente problemático. A adoção das tecnologias e da rede dentro ou fora da sala de aula é uma realidade. Agora, basta partir para a escolha da escola do filho.

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