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Quando o (mau) comportamento só traz prejuízos

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postado em 03/02/2013 07:10 / atualizado em 02/02/2013 22:31

Elio Rizzo/Esp. CB/D.A Press


O comportamento, o modo de vestir —enfim, a etiqueta — fazem diferença nas salas de aula, sobretudo no ensino superior? Para Carlos Lavieri, professor de pós-graduação em gestão de pessoas da Universidade Mackenzie, sim. Ele diz que a sala de aula reflete o modo como a sociedade estabele padrões e comportamentos. "Somos constantemente julgados e desafiar padrões e comportamentos 'socialmente aceitos', pode ser uma vantagem em algumas situações, mas na maior parte das vezes traz mais custos do que benefícios", explica.

"Um exemplo simples, se o professor recebe uma solicitação para indicar alguém para uma vaga de estágio, dificilmente indicará uma pessoa que considera mal educada ou mesmo uma aluna que se veste de modo inapropriado. É claro que isso pode apenas refletir um preconceito do professor — que julga um decote como inapropriado — , ou dos colegas", completa.

Para a maior parte dos universitários, a entrada na vida acadêmica marca um período de transição entre a adolescência e o início da vida adulta. Nessa fase, as responsabilidades são maiores, o que exige mais maturidade do estudante ao lidar com diversas situações. "O curso superior é o último estágio pelo qual passa antes de cair no mercado de trabalho e deve ser encarado de forma um pouco mais séria pelos alunos. É uma oportunidade de experimentação de posturas e atitudes pessoais que serão importantes no futuro", explica Ligia Marques, especialista em marketing pessoal.

Segundo a professora de psicologia organizacional do Iesb Amélia Regina Alves, a maneira como os alunos se adequam ao ambiente acadêmico, pode ajudá-los a se moldarem melhor para o mercado de trabalho.

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