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Jango é o último presidente com poder abatido por golpes militares

Mas a vida do Brasil republicano tem sido marcada pela participação das Forças Armadas no poder, ora em apoio ao governo de plantão, ora conspirando contra

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postado em 27/03/2014 08:48 / atualizado em 27/03/2014 17:51

Amanda Almeida , Étore Medeiros

Antõnio Ronek/O Cruzeiro/Arquivo EM/D.A Press


São só 29 anos, mas o Brasil vive atualmente o maior período democrático de sua história republicana. Antes do golpe militar que derrubou o então presidente João Goulart e iniciou mais um ciclo ditatorial, em 1964, o país passou por um longo período de instabilidade política, não raro com ameaças de tomada do poder por militares (veja ao lado). Para especialistas, no entanto, a queda de Jango, como o presidente era conhecido, não está necessariamente entrelaçada às tentativas anteriores de golpe.

“Havia militares que tinham projeto de poder antes (do golpe de 1964), mas eram grupos minoritários, marginais do sistema político. Basta ver que, em 1961, não conseguiram impedir a posse de Jango. Em 64, porém, tiveram apoio de outros setores da sociedade e, por isso, emplacaram”, avalia Rodrigo Patto Sá Motta, professor de história da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e autor de vários estudos sobre a ditadura.



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