Especial oferecido por:

Festival

Corpo de jurados ganha peso nas edições do Festival de Cinema

Amir Labaki estará ladeado pela mestre em comunicação e semiótica Ana Cecília Costa e pelo PhD em comunicação pela USP Joel Zito Araújo

postado em 15/09/2015 07:12 / atualizado em 15/09/2015 13:03

Arquivo pessoal
 
A cada ano, um corpo de jurados formado por profissionais setorizados na área de cinema exerce a missão de avaliar os seis títulos mostrados nas edições do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Em 2015, o ecletismo prevalece entre o júri. Estudiosos de cinema e de sociedade ganham peso no 48º Festival de Brasília, já que Amir Labaki (o fundador do estabelecido festival É Tudo Verdade) estará ladeado pela mestre em comunicação e semiótica Ana Cecília Costa e pelo PhD em comunicação pela USP Joel Zito Araújo.

Os três, que têm experiência em atividades práticas de cinema, integram o júri com outros quatro colegas. Labaki, que dirigiu a telessérie Cineastas do real e é autor de livros como Introdução ao documentário brasileiro, terá a companhia da montadora e assistente de direção Luelane Corrêa, responsável pela edição do longa O quinze e, inspirada por obra de Nelson Pereira dos Santos, dirigiu o premiado curta Como se morre no cinema (2002).

Especialistas

Também integram o júri, o roteirista e codiretor do longa Depois da chuva Cláudio Marques, premiado pelo roteiro há dois anos (no 46º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro), e o celebrado brasiliense Iberê Carvalho, diretor de O último cine drive-in. Com o filme, Iberê, que tem especialização em cinema na Espanha, conquistou o 18º Festival Internacional de Punta del Este (Uruguai) e vários prêmios Kikito, no último Festival de Cinema de Gramado.

Completa o grupo de selecionados para o júri, o ator gaúcho Werner Schünemann que já esteve na equipe técnica de fitas premiadas no Festival de Brasília, como o curta-metragem O pulso e o longa O mentiroso. Schünemann é conhecido do grande público pela atuação em cinema em filmes como Olga (de Jayme Monjardim), Bens confiscados (de Carlos Reichenbach) e Netto e o domador de cavalos (de Tabajara Ruas). O ator se reunirá com a colega de profissão Ana Cecília Costa (que também é atriz de filmes como Capitães de areia e de novelas como Joia rara). Também com formação múltipla, Joel Zito Araújo, vale lembrar, foi autor de longas-metragens como Filhas do vento (com elenco prioritariamente negro, e premiado em Gramado) e do documentário Cinderelas, lobos e um príncipe encantado, sobre o tema do turismo voltado para exploração sexual.

Últimas Notícias

* * *