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Até que a casa caia: o longa será exibido no encerramento do festival

O último dia será marcado pela expectativa em torno dos vencedores das mostras e pela exibição do filme Até que a casa caia

postado em 15/09/2015 07:08

Breno Fortes/CB/D.A Press

Depois de uma semana e dezenas de obras exibidas, chega-se ao último dia do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Embora as mostras competitivas estejam encerradas, a tensão ainda paira no ar. Na verdade, mais do que nunca, já que a cerimônia de encerramento, à noite, revelará os vencedores desta 48ª edição.

Ao todo, mais de R$ 600 mil serão distribuídos ao longo da noite. Os melhores longas, médias e curtas-metragens serão eleitos por júri técnico do festival e júri popular, além de premiações paralelas, que também são divulgadas durante o evento, como o Troféu Saruê, oferecido pelo Correio Braziliense. Diretores, atores, atrizes, fotógrafos, sonoplastas e demais profissionais envolvidos com as produções também são contemplados em categorias específicas.

“Desde 1986 participo do festival que acontece no cinema do bairro no qual cresci. É um ritual de encontro, reflexão e celebração do cinema nacional que oferece uma mirada diferenciada para a contemplação da vida no país”, conta o diretor Mauro Giuntini, responsável pelo longa Até que a casa caia, a ser exibido antes da premiação, de forma a encerrar o festival.

O próprio Giuntini resume o mote da fita: “Um drama com pitadas de humor que trata dos dilemas entre acomodação e transformação, ao contar a história de um casal separado que continua morando junto”.

O elenco


Marat Descartes, Virginia Cavendish, Marisol Ribeiro, Emanuel Lavour, André Amaro, Bidô Galvão, Juliana Drummond, Chico Sant’Anna, Alice Stefânia, Davi Maia, João Antônio de Lima Esteves, João Paulo Oliveira, Rômulo Augusto, Adriana Nunes, Patricia Marjorie, Cibele Amaral, Gê Martu, José de Campos e Cynthia Carla.

O diretor

Diretor dos filmes de longa-metragem Até que a casa caia (2014) e Simples mortais (2007), dos curtas ficcionais O perfumado (2002) e O jardineiro do tempo (2001) e do aclamado documentário sobre os sem-terra Por longos dias (1998). Foi vídeoartista na década de 1990, quando realizou repertório experimental: Speaking alone (1994), Brasiconoscópio (1990) e Féssoas (1989). É sócio da Plateau Filmes e professor de audiovisual da Universidade de Brasília. Atualmente, escreve o roteiro do filme Deitado de sapatos e desenvolve a série ficcional para tevê O esquecido.

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