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Cerimônia de encerramento anuncia hoje quem leva o Candango

O festival chega ao último dia com exibição do longa Até que a casa caia, de Mauro Giuntini

postado em 22/09/2015 07:01 / atualizado em 22/09/2015 07:02

Diego Ponce de Leon

Objeto Sim/Divulgação
 
Letícia Sabatella veio prestigiar o marido. O diretor Claudio Assis foi vaiado e aplaudido. Matheus Nachtergaele deu as caras e jogou panos quentes na polêmica. O diretor Gabriel Carneiro inflamou a plateia com um discurso em prol da diversidade de gênero. Jean-Claude Bernardet incorporou o personagem do longa Fome e andou de um lado para o outro no Cine Brasília, meio sem rumo. Acabou a 48ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Retificando: a mostra competitiva terminou. O festival, per se, chega ao fim hoje à noite, com a revelação dos vencedores deste ano, que disputam cerca de R$ 540 mil em prêmios. Quem levará o Candango?

Antes do anúncio, será exibido o longa brasiliense Até que a casa caia, do diretor Mauro Giuntini, que integra a programação do evento pela quinta vez. A obra foi escalada para encerrar a edição e não está na disputa pelas estatuetas. “Por um lado, um certo alívio em sair dessa tensão da competição, de ser visto sempre diante de um olhar comparativo, que precisa apontar algo melhor ou pior. Por outro, a responsabilidade de seduzir essa plateia, que está macerada depois de tantos filmes e, ao mesmo tempo, ansiosa pelos resultados. Um desafio e uma honra, acima de tudo”, observa o cineasta.

A roteirista e produtora da fita, Lu Teixeira, revela o enredo da obra de 85 minutos: “A história traz um casal separado, que decide continuar morando sob o mesmo teto, com o filho adolescente. Esse equilíbrio acaba rompido com a chegada da namorada do pai. O filme aborda esses novos núcleos familiares, cada vez mais diversos”.

Mauro e Lu aproveitaram para enaltecer a atual safra do cinema brasiliense, que vem se destacando nos principais festivais do país e alcançando uma distribuição relevante. O diretor, que conta com três curtas e dois longas no currículo, disse ainda ser “inevitável um diálogo com Rio e São Paulo, mas que essa conversa tem se convertido em um dinâmico intercâmbio que favorece a cena brasiliense.”

Pela primeira vez

Os jovens atores Davi Maia e Emanuel Lavor, que participam de Até que a casa caia, irão experimentar sensação inédita, hoje à noite, quando se verem pela primeira vez na tela do Cine Brasília. “Um grande prazer fazer parte dessa história. Foi uma experiência bem engrandecedora testemunhar aquela máquina do cinema funcionando, estar em um set de filmagem. Estou ansioso e bem feliz”, conta Davi, que ressalta o respeito e a seriedade que envolvem o festival.


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