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Quatros filmes são atrações de hoje no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

O curta de Clarissa Campolina e o longa de Luiz Pretti, Pedro Diogenes e Ricardo Pretti, respectivamente, concorrem na Mostra competitiva

postado em 23/09/2016 06:00 / atualizado em 23/09/2016 10:12

Alumbramento/Divulgação

De hoje até domingo, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro terá diariamente duas sessões com curtas e longas-metragens, que competem na mostra competitiva. Ao todo, 15 das 21 produções serão exibidas no fim de semana, nas sessões de 19h e 21h30, no Cine Brasília (EQS 106/107).



Hoje, a partir das 19h, a mostra competitiva será aberta com o curta-metragem Solon, de Clarissa Campolina. O filme mineiro de 16 minutos apresenta Solon, uma criatura misteriosa que habita um espaço árido e infértil. Porém, ao se movimentar, uma porção de água começa a sair por suas extremidades, o que nutre a terra e a altera todo o mundo ao redor.



Em seguida é exibido o longa-metragem O último trago. A produção cearense tem direção do trio Luiz Pretti, Pedro Diogenes e Ricardo Pretti, que une forças pela quinta vez em um filme. A fita gira em torno do espírito de Valéria, que persiste em três épocas diferentes, que estão interligadas. “Ela é essa mulher que persiste e resiste em diferentes épocas. Tem um momento de guerrilheiros revolucionários, outra mais a frente em um Sertão até chegar aos dias de hoje”, explica Caroline Louise, produtora do filme, que conta com dois brasilienses no elenco Rodrigo Fischer e Mariana Nunes. “Estamos superfelizes por estarmos no festival, principalmente, com essa curadoria especial. Estamos empolgados em estar nesse contexto”, completa.



A segunda sessão da noite do Festival de Brasília conta também com um curta e um longa-metragem. A abertura é feita com Constelações, do mineiro Maurilio Martins, que volta ao festival com uma história mais pessoal. A produção, que tem 25 minutos, mostra dois estranhos que não falam o mesmo idioma, mas dividem um carro em uma viagem pelo interior de Minas Gerais, onde suas inseguranças sobre o passado e o futuro afloram de formas não verbais. “Foi um filme que exibi para poucas pessoas, diferente do trabalho anterior. Por ser processo mais íntimo, não sei como as pessoas reagirão, ainda é uma incógnita para mim”, afirmou o diretor.

Anavilhana/Divulgação


O encerramento da noite é com o filme A cidade onde envelheço. O longa é da mineira Marilia Rocha feito em coprodução com Portugal. A história acompanha Francisca, uma portuguesa que mora há algum tempo em Belo Horizonte. Já acostumada com o país ela recebe a amiga Teresa, que deixa Lisboa para se instalar no Brasil. O filme mostrará a profunda ligação que nasce entre elas, apesar dos desejos opostos de cada uma em relação a suas respectivas vidas.



SERVIÇO
49ª Festival de Brasília do Cinema Brasileiro
Até 28 de setembro. Entrada franca, exceto nas sessões das mostras competitivas, com ingressos a R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia). Verifique a classificação indicativa de cada filme.

PROGRAME-SE

Mostra competitiva
Cine Brasília (EQS 106/107)

Hoje
Às 19h – Solon e O último trago
Às 21h30 – Constelações e A cidade onde envelheço

Amanhã
Às 19h – O delírio é a redenção dos aflitos; Estado itinerante; e Elon não acredita na morte
Às 21h30 – Abigail e Antes o tempo não acabava

Domingo
Às 19h – Confidente; Procura-se Irenice; e Vinte anos
Às 21h30 – Bodas de papel; Demônia – Melodrama em 3 atos; e Malícia

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