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Sob aplausos, 'O último trago' abre o fim de semana, ao lado do curta 'Solon'

Produtora executiva do longa faz crítica ao momento político que vive o país

postado em 23/09/2016 19:34 / atualizado em 23/09/2016 22:59

Alexandre de Paula - Especial para o Correio /

O curta Solon e o longa O último trago abriram, com cerca de 20 minutos de atraso, a mostra competitiva hoje. Ao lado da equipe de Solon, a diretora Clarissa Campolina falou sobre o que a motivou a produzir o filme. "Esse curta surgiu das paisagens de minério que cercam minha cidade em Minas Gerais, sempre me questionei se existia um mundo por vir e fizemos uma fábula de surgimento do mundo", disse.

A fita apresenta Solon, uma criatura misteriosa que habita um espaço árido e infértil. Porém, ao se movimentar, uma porção de água começa a sair por suas extremidades, o que nutre a terra e a altera todo o mundo ao redor.   

Com muitos integrantes, a equipe de O último trago recebeu fortes aplausos da plateia. Dirigido por Luiz Pretti, Pedro Diogenes e Ricardo Pretti, o longa foi apresentado pela produtora executiva Caroline Louise. Ela pediu a manutenção de políticas culturais para o audiovisual. "Espero que as políticas culturais continuem mesmo nesses tempos tenebrosos e eternamente 'Fora Temer'", completou.

O filme gira em torno do espírito de Valéria, que persiste em três épocas diferentes, as quais estão interligadas. 

Alumbramento/Divulgação
 

49º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

Até 28 de setembro, no Cine Brasília (106/107 Sul). Entrada franca, exceto nas sessões das mostras competitivas, com ingressos a R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia). Verifique a classificação indicativa de cada filme.

 

 

 

 

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