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Mostra competitiva: confira os curta-metragens vencedores

Prêmio de melhor curta ou média-metragem ficou com 'Quando os dias eram eternos', de Marcus Vinicius Vasconscelos

postado em 27/09/2016 23:00 / atualizado em 27/09/2016 23:27

Confira os vencedores do 49º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro:

 

MOSTRA COMPETITIVA - Filme de curta-metragem 

 

Melhor Filme de curta ou média-metragem (R$ 30 mil): Quando os dias eram eternos, Marcus Vinicius Vasconcelos 

animação, 12min, 2016, SP

classificação indicativa Livre

Sinopse: Filho retorna à sua casa de infância para cuidar da mãe em seus últimos dias de vida. 

 

Melhor Direção (R$ 10 mil): Fellipe Fernandes, por O delírio é a redenção dos aflitos 

ficção, 21min, 2016, PE

classificação indicativa Livre

Sinopse: Raquel é moradora de um prédio-caixão, condenado por risco de desabamento. Última residente a permanecer no edifício, ela precisa se mudar o quanto antes para garantir a segurança de sua família.  

 

Melhor Ator (R$ 5 mil): Renato Novais Oliveira, por Constelações 

direção Maurilio Martins

ficção, 25min, 2016, MG

classificação indicativa Livre

Sinopse: Dois estranhos percorrem juntos uma jornada noite adentro. Ela, que não fala português, vai em busca do passado. Ele, que não fala a língua dela, se afoga nas incertezas do futuro.

 

Melhor Atriz (R$ 5 mil): Lira Ribas, por Estado itinerante 

direção Ana Carolina Soares

ficção, 25min, 2016, MG

classificação indicativa livre

Sinopse: Vivi quer escapar de uma relação opressora. Em período de experiência como cobradora de ônibus, ela trabalha desejando não voltar para casa. A semana passa rápido entre as paradas no ponto final e o itinerário; os encontros com outras cobradoras fortalecem a mulher trabalhadora e seu desejo de fuga. Logo é final de semana e o centro de Belo Horizonte já não parece tão longe do bairro Boa Vista. 

 

Melhor Roteiro (R$ 5 mil): O delírio é a redenção dos aflitos, de Fellipe Fernandes

 

Melhor Fotografia (R$ 5 mil): Solon, de Clarissa Campolina

ficção, 16min, 2016, MG

classificação indicativa 10 anos

Sinopse: Um filme fabular sobre o surgimento do mundo, apresentado a partir do encontro de uma paisagem devastada e uma criatura misteriosa. Solon habita o espaço extremamente árido e infértil. Aos poucos, ela se destaca da paisagem, aprende a se movimentar e explorar seu corpo. Verte água por suas extremidades e inicia sua missão de regar e nutrir a terra. A paisagem se altera e a própria personagem também. Nasce o mundo. Nasce a mulher.

 

Melhor Direção de Arte (R$ 5 mil): O delírio é a redenção dos aflitos, de Fellipe Fernandes

 

Melhor Trilha Sonora (R$ 5 mil): Quando os dias eram eternos, de Marcus Vinicius Vasconscelos

 

Melhor Som (R$ 5 mil): Confidente, de Karen Akerman e Miguel Seabra Lopes

ficção, 12min, 2016, RJ

classificação indicativa Livre 

Sinopse: Se não germinei, se fiquei por florescer, é porque me envenenaram as raízes. Eu sei que é falso, um erro provocado, mas... este sou eu. 

 

Melhor Montagem (R$ 5 mil): Demônia – Melodrama em 3 atos, de Cainan Baladez e Fernanda Chicolet

ficção, 17min, 2016, SP

classificação indicativa 12 anos 

Sinopse: Demônia é um ser endiabrado. Ou uma mulher má.

 

Prêmio Especial do Júri - Curta-metragem: Estado itinerante, de Ana Carolina Soares 

 

Júri popular - Melhor filme de curta ou média-metragem (R$ 10 mil): Procura-se Irenice, de Marco Escrivão e Thiago B. Mendonça 

 

 

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