Adirley Queirós volta ao festival com 'Era uma vez Brasília'

Longa entra na mostra competitiva nesta sexta (22/9)

postado em 15/09/2017 06:00

Correio Braziliense

Terratreme Filmes/Divulgação

Com mais de 60 prêmios no Brasil e no exterior, Adirley Queirós chega ao terceiro longa com Era uma vez Brasília. Formado pela Universidade de Brasília, o diretor tem Ceilândia como base para o trabalho educativo ligado ao audiovisual. Há três anos, ele se viu consagrado, no Festival de Brasília, pela repercussão do vitorioso longa Branco sai, preto fica.

Descrito como um documentário feito no ano "0 P.G. (Pós-Golpe)", Era uma vez Brasília revira um acontecimento de ficção: em 1959, o agente intergaláctico WA4 é preso por agir na esfera da subversão. Volta à Terra, com uma missão: assassinar o presidente Juscelino Kubitschek, no dia da inauguração da capital. Num desvio de rota, ele chega à Ceilândia de 2016.

O ator Marquim do Tropa, abduzido, é o responsável pela versão da trama que deposita esperança em Andréia, uma rainha empenhada em exterminar monstros que habitam o Congresso Nacional.


Era uma vez Brasília

De Adirley Queirós.
(2017, Brasil/Portugal, documentário, 100min, não recomendado para menores de 14 anos). Com Wellington Abreu, Andreia Vieira, Marquim do Tropa e Franklin Ferreira.

 

DESTAQUES DA PROGRAMAÇÃO


Dia 22 de setembro

Mostra 50 anos em 5 dias (entrada franca)
14h
No Cine Brasília, A hora da estrela, de Suzana Amaral (1985, 96min)

16h
No Cine Brasília, Escola de cinema, de Angelo Ravazi (71min, 2017, SP).

18h
No Museu da República, com exibição dos filmes Bla bla bla, de Andrea Tonacci (1968, 26min), Três minutos, de Ana Luiza Azevedo (1999, 6min), Recife frio, de Kleber Mendonça Filho (2009, PE), Meu amigo Nietzsche, de Fáuston da Silva (2012, 15min, DF) e Chapeleiros, de Adrian Cooper (1983, 24min, SP).

Mostra Brasília (entrada franca)
18h30
Carneiro de ouro, de Dácia Ibiapina (25min, 2017), Um domingo de 53 horas, de Cristiano Vieira (93min).

Mostra Competitiva
21h, no Cine Brasília (EQS 106/ 107), com os curtas Chico, dos Irmãos Carvalho (22min, 2016, RJ, 12 anos) e Carneiro de ouro, de Dácia Ibiapina (25min, 2017, DF) e o longa Era uma vez Brasília, de Adirley Queirós (DF, 100min, 2017, 14 anos).

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