Júlia Lemmertz comenta o longa 'Música para quando as luzes se apagam'

postado em 17/09/2017 15:08 / atualizado em 18/09/2017 10:26

Ricardo Daehn



Sexualidade e o retrato de comportamentos juvenis transbordam no filme Música para quando as luzes se apagam, o primeiro filme da competitiva exibido no 50º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.  

Estrelado por Julia Lemmertz, como uma espécie de alter-ego do diretor gaúcho Ismael Caneppele, o documentário, exibido ontem (e com sessão vespertina, hoje, 17/09), cerca a vida de Emelyn Fischer, numa realidade trans repleta de descobertas. "Eu gosto de criar pessoas interessantes, na minha literatura. Quero que falem de temas interessantes. Sexualidade, suicídio, gênero estão entre os temas pertinentes e que devem ser explorados no cinema", destaca Caneppele.

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