'A diversidade se impõe', afirma secretário de Cultura sobre os filmes

Em entrevista ao Correio, Guilherme Reis comentou o momento do Festival e também o decreto que instituiu o Parque Audiovisual de Brasília

postado em 21/09/2017 10:47 / atualizado em 21/09/2017 12:40

Correio Braziliense

Luis Nova/Esp. CB/D.A Press

O secretário de Cultura, Guilherme Reis, fez um balanço, na noite de quarta-feira (20/9), sobre a 50ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. "O balanço é o melhor possível. A gente está com um Festival muito bem realizado. Estamos com uma novidade, pela primeira vez fizemos um chamamento público para parceria na realização. Isso possibilitou capitalização de recurso privado. É o início de um processo de fortalecimento", afirma.

Em relação a diversidade dos filmes selecionados para as mostras Competitiva, Brasília, Terra em transe e Esses corpos indóceis, Reis declarou que foi algo que veio das próprias produções. "A diversidade se impõe. Isso aconteceu", diz. Ele ainda destaca a presença do curador Eduardo Valente, que integra o Festival de Brasília desde a edição do ano passado.

 

 

Produção audiovisual de Brasília


No dia da abertura do Festival, em 15 de setembro, o governador do DF Rodrigo Rollemberg assinou o decreto que institui a política do Parque Audiovisual de Brasília, que substituirá o Polo de Cinema e Vídeo Grande Otelo, criado em 1991, em Sobradinho.

"O decreto implanta um novo parque audiovisual de Brasília num lugar nobre da cidade ao lado do Centro Cultural Banco do Brasil trazendo o Polo de Cinema e Vídeo para essa área. Acho que estamos num momento de modernização do pensamento", comenta Guilherme Reis.

 

 

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