Irmãos brasilienses no Haiti chegam à Base Aérea da capital

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postado em 16/01/2010 14:00

Após sobreviverem ao pesadelo do terremoto que devastou o Haiti na última terça (12), os irmãos brasilienses Paulo Victor Micoline de Moraes, de 22 anos, e João Carlos Micoline de Moraes, 23 anos, chegaram a Brasília na manhã deste sábado (16) à bordo de uma aeronave Embraer 135 Legacy da Força Aérea Brasileira (FAB). Na Base Aérea, a avó paterna Paula Morais, a madrasta Kátia Morais, uma amiga e outros dois irmãos os aguardavam ansiosos. De acordo com a Comunicação Social da Aeronautica, João Carlos teve uma luxação no braço direito e Paulo Victor não sofreu lesões graves. Emocionado, Paulo Victor contou o que viveu no Haiti. %u201CComo nosso apartamento ficava embaixo do estacionamento, achei que eram os carros que estavam caindo em cima do nosso apartamento. Achei que era só nosso apartamento. Só que depois que percebi o tremor, eu vi que era um terremoto realmente. A gente ficou embaixo da porta, aí tudo desabou, subiu aquela nuvem de poeira. Não vimos nada, só saímos. Depois a gente viu que tinha dado muita sorte%u201D, relatou o irmão mais novo. João Carlos é estudante de economia e Paulo Victor estuda administração. Os dois estavam hospedados em um hotel em Porto Príncipe que desabou durante o terremoto de terça-feira. No Haiti, eles estavam visitando a mãe, Eliana Micoline, que é funcionária das Nações Unidas (ONU). Antes de desembarcar em Brasília, os dois ficaram hospedados na Base Aérea do Galeão, no Rio de Janeiro, e foram encaminhados ao Hospital da Força Aérea para exames médicos. Ambos passam bem. Eles foram repatriados por uma aeronave C-130 da FAB na última quinta-feira (14). Antes de seguir para casa, Paulo Victor ainda agradeceu à Força Aérea e pediu que todos orassem pelas vítimas. %u201CVamos rezar. Torcer por uma melhora de todos. Queria agradecer o apoio das Forças Armadas e da FAB. Sem eles a gente estaria %u201Cenrolado%u201D, não teria como ter vindo para cá. A gente está bem. Só quer descansar agora e rezar para o pessoal.%u201D Com informações da Comunicação Social da Aeronáutica
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