Preservando para o futuro

Conhecida por suas campanhas em defesa dos animais, ONG ambientalista anuncia dois novos animais incluídos em sua lista de proteção

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postado em 05/12/2014 11:27 / atualizado em 05/12/2014 11:34

WWF/Divulgação


A Campanha Adote uma Espécie lançada pelo WWF-Brasil, ganhou dois novos animais como mascotes: a arara-azul e o boto-cor-de-rosa. As duas espécies são ameaçadas de extinção e é por isso que a sua participação é fundamental.


Com a campanha, a ONG pretende conscientizar a sociedade sobre a importância de cuidar de espécies ameaçadas. É por meio de doações que o público pode apoiar o programa e o custear o trabalho em defesa da expansão das áreas protegidas e da redução dos impactos humanos no habitat natural dessas e de outras espécies.

Para adotar o boto-cor-de-rosa ou a arara-azul é preciso contribuir mensalmente. Dessa forma, a pessoa receberá um kit com uma pelúcia da espécia adotada, um certificado de participação e uma cartilha com informações sobre a espécie e a atuação do WWF.

WWF/Divulgação


De acordo com a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), a arara-azul já consta como vulnerável na Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas. A estimativa segundo a IUCN é de que existam cerca de 6500 animais da espécie em todo o mundo, sendo que desse total, cinco mil estão na região do Pantanal. Os especialistas defendem que os principais motivos para a redução drástica da espécie são a destruição dos habitats naturais e o comércio ilegal de animais silvestres.

Já o outro mascote da campanha, o boto-cor-de-rosa, vive na Amazônia brasileira e não tem dados oficiais que confirmem a ameaça de extinção do bicho. Pesquisadores estimam que cerca de 13 mil botos vivam na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, uma áera de proteção ambiental no Amazonas.

O fato triste é que uma das maiores ameaças à espécie é a ação humana, assim como com a arara-azul. O boto-cor-de-rosa é usado como isca para a pesca de piracatinga, um peixe que se alimenta de animais mortos. Além da pesca predatória, a construção de hidrelétricas nos rios amazônicos intensifica o isolamento dos botos da fonte de alimento deles, os peixes.
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