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O feriado é da saga Crepúsculo

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postado em 16/11/2012 08:00 / atualizado em 15/11/2012 10:14

Com uma renda global de lucro na casa dos US$ 2,5 bilhões — somadas todas as bilheterias dos filmes anteriores — não há parâmetro de concorrência: A saga Crepúsculo: amanhecer — Parte 2, em cartaz a partir de hoje, é o mais forte atrativo para os espectadores versados no cinema-pipoca. Com US$ 131 milhões investidos para o desfecho da série de adaptações dos livros de Stephanie Meyer, Bill Condon (de Deuses e monstros) está novamente na direção da narrativa que, no Brasil, estará em 1.300 salas de um circuito de 2.200 telas.

Num outro extremo de proposta cinematográfica, a exuberante diretora de cinema libanesa Nadine Labaki terá o segundo filme da carreira, E agora, onde vamos?, em cartaz no circuito alternativo de Brasília. Atuando na fita, a exemplo do que fez em Caramelo (2007), Labaki promove uma história de irmandade entre cristãos e muçulmanos, alcançada não apenas pela condição de isolamento na qual se encontram, mas ainda pela atuação incansável de mulheres dedicadas ao estabelecimento da paz generalizada.

Vencedor de prêmios Candango de melhor filme, roteiro, júri popular, fotografia, ator coadjuvante e trilha sonora, no mais recente Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, o longa Era uma vez eu, Verônica, estrelado por Hermila Guedes, concentra atenções, numa temporada em que também chegam às telas outros dois produtos nacionais: os documentários 5 x pacificação (em torno do impacto das UPPs no Rio) e Muito além do peso (detido nos reflexos de 33% das crianças brasileiras estarem acima do peso). Na ficção, dirigida por Marcelo Gomes, Hermila interpreta uma médica hesitante quanto à vocação e oprimida pela solidão.
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