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postado em 17/09/2013 16:00

Guilherme Pera - Esp. Correio

Publicação: 17/09/2013 04:00

Ana Johann recebeu o prêmio especial na última edição do evento e participa do júri neste ano (Marcelo Schellini/Divulgação - 5/5/13) 
Ana Johann recebeu o prêmio especial na última edição do evento e participa do júri neste ano


O júri da 46ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro inclui profissionais com diversos pontos de vista sobre o audiovisual. Diretores, roteiristas, produtores, críticos, professores e jornalistas, entre outros, compõem a equipe que decide os melhores do ano, em premiações que, juntas, chegam a R$ 700 mil.

Para a avaliação dos documentários, são cinco os componentes. A roteirista e cineasta Ana Johann; o crítico Carlos Alberto Mattos; a documentarista e professora de audiovisual da UnB Erika Bauer; a assistente de direção e de câmera e montagem Júlia Murat; e o professor e crítico Marcelo Lyra.

Ana Johann, que na edição passada levou o prêmio especial do júri pelo longa Um filme para Dirceu, vê os documentários em uma época de reformulação. “Desde os anos 1990, assistimos ao documentário se reinventando, por se diluir nesta fronteira entre ficção e realidade. Percebo uma alta elaboração em dramaturgia no documentário brasileiro contemporâneo e vejo que o panorama pode crescer nos próximos anos”, resume.

Carlos Alberto Mattos concorda com Johann e ressalta o aspecto da subjetividade. “Creio que os documentários brasileiros têm se enriquecido pela subjetividade (tanto dos realizadores quanto dos personagens) e pela interação com a performance”, diz o crítico. “Conheço o trabalho da maioria dos diretores escalados, podemos esperar um panorama representativo do cinema brasileiro contemporâneo”, emenda.

Julgamento nada fictício
No segmento de ficção, são sete jurados. O diretor Caetano Gotardo, do premiado O que se move (2012); o produtor, roteirista e diretor Camilo Cavalcante; o diretor e produtor Cesar Cabral; o diretor e roteirista Eduardo Nunes; a atriz Fernanda Vianna; o jornalista e crítico Marcos Petruccelli; e o cineasta local Renato Barbieri.

“Creio que o Festival de Brasília é o mais importante evento cinematográfico do país por apostar em uma programação com filmes que instigam o espectador a refletir sobre a nossa realidade. É um festival que revela novos talentos, ao mesmo tempo em que exibe obras de cineastas veteranos”, comenta Camilo Cavalcante. “Espero assistir a filmes que provoquem reflexões e encantamentos no público”, conclui.

 

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