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No Dia do Mágico, celebrado na próxima sexta-feira, o Super! tirou da cartola quatro profissionais que encantam a garotada do Distrito Federal

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postado em 27/01/2014 18:17 / atualizado em 27/01/2014 18:32

Em Brasília, há vários mágicos.  Alguns preferem truques com animais. Outros, com objetos. Há também quem faça de um jeito totalmente diferente, com elementos químicos ou levitação de pessoas. Conheça um pouco da história de alguns mágicos de Brasília:

Paula Rafiza ESP.CB/D.A Press

Tio Bruno
Bruno Monteiro , 33 anos, foi vendedor durante muito tempo e faz mágicas desde os 15 anos. O trabalho profissional começou há seis anos. Desde então, o morador de Águas Claras faz truques com animais, com fogo, com água... O número que ele mais gosta de apresentar é a transformação do pombo em coelho.

— Sempre gostei de trabalhar com crianças e com mágica.

Para os shows de Tio Bruno ficarem mais legais, as crianças também sobem no palco para participar do espetáculo como “assistentes”. Dessa forma, fica tudo mais divertido.

— A melhor parte de ser mágico é o carinho do público. As palmas quando você termina um show são muito gratificantes! Vale a pena inovar e procurar coisas novas a cada dia!
Val Dentoro/divulgação

Steiner
Carlos Steiner, 33 anos, é morador do Lago Sul e brinca de mágica desde os 5 anos. Aos 17, começou a trabalhar profissionalmente e a fazer faculdade de direito. Um dia ele precisou escolher, pois as duas profissões exigiam muita dedicação. Para atuar, estudou  em instituições de mágicas dos EUA, da Argentina e do Uruguai. Já fez 4 mil shows pelo país.

— A mágica sempre me conquistou, escolhi a profissão para trabalhar com diversão e lidar com a alegria, diz.

O mágico Steiner faz truques com animais, lenços coloridos, bolhas de sabão e outros, mas tem um preferido:

— O truque que eu mais gosto de apresentar é, sem dúvida, aquela em que eu faço um coelhinho aparecer.

Show de ilusionismo

O shopping Deck Norte também terá programação para comemorar a data. Steiner fará apresentações, shows de ilusionismo e escolinhas infantis de mágica, de hoje até 31 de janeiro, sempre às 16h. Informações: 9292-5201
Paula Rafiza ESP.CB/D.A Press

Tio André
André Freire, 45 anos, mora no Sudoeste e é mágico desde os 16 anos, apesar de ser apaixonado pelo encantamento dos truques desde os 5. Na adolescência, trabalhava como animador de festas, vestia-se de palhaço e de outros personagens, sempre buscando brincadeiras novas e maquiagens diferentes para divertir. Um certo dia, ele decidiu incluir truques mágicos nas apresentações.

— Quando eu fiz a primeira mágica e vi os olhinhos das crianças brilhando, pensei: “Opa, isso aqui é diferente de tudo o que já fiz”. Aumentei aos poucos o número de truques dos meus shows e, de repente, as mágicas ocupavam mais tempo do que outras brincadeiras. Migrei de forma natural.

Atualmente, além de shows para crianças e adultos, ele faz palestras em empresas para ensinar técnicas de encantamento para as pessoas lidarem melhor com as outras no ambiente de trabalho. Mas o que ele gosta mesmo é de trabalhar com crianças. O truque preferido dele é a levitação.

— É o momento mais esperado, o número que as crianças mais gostam, todas querem participar!

Trupe de mestre

Tio André, Steiner, Landim, Leandro Copote e Jeferson Prado  farão shows este fim de semana para comemorar o Dia do Mágico. De graça, na Praça de Alimentação do Shopping Pier 21, às 16h.
Paula Rafiza ESP.CB/D.A Press

Adriana Bastos
Já pensou em ter um palco de truques de mágico durante a aula de ciências? Pois Adriana Bastos fazia isso, quando era professora. Ao perceber que os alunos tinham dificuldades com as aulas de física e química, ela usou a mágica para atrair a atenção e o interesse dos estudantes com truques, utilizando elementos químicos.

Há quatro anos, ela parou de dar aulas. Mas em seus shows, utiliza princípios da ciência para fazer mágica. As apresentações divertidas são feitas para toda a família, desde criancinhas até idosos. Ela faz os truques e depois explica para o público como foi que aquilo aconteceu.

— A ciência e a mágica, juntas, são um jeito diferente e divertido de ensinar. As crianças aprendem enquanto dão boas gargalhadas!
Paula Rafiza ESP.CB/D.A Press

Afinal, quem é que não se encanta com números de mágica? Tirar o coelho da cartola, fazer objetos sumirem e transformar uma coisa em outra são atos que encantam o público. O Super! preparou uma homenagem para mágicos e mágicas do Distrito Federal.

Há meninos e meninas que gostam tanto das apresentações que resolveram fazer os próprios números. Os irmãos Rafael Paixão, 6 anos, e João Felipe Paixão, 9, são dessa turma.  O pai deles, Luciano, alimentou a vontade de fazer truques ao se tornar mágico amador. Os meninos sempre compram objetos em lojas especializadas em mágica. Cordas, bolinhas, flores, copos, varinhas, argolas, cartas e cartolas fazem parte da coleção dos irmãos.

Um dos truques que mais faz sucesso entre a família e amigos é o que utiliza copinhos e bolinhas. Essa foi também a primeira mágica que Luciano ensinou aos filhos. Rafael conta como funciona:

— São três copinhos colocados de cabeça para baixo, um ao lado do outro. Colocamos uma bolinha dentro do copinho do meio, embaralhamos e, quando levantamos o copo, aparecem duas. Fazemos isso até surgirem quatro bolinhas embaixo de um dos copos.

João Felipe também faz números. Sempre que pode, o garoto vai a shows de mágicos da cidade, mas não é só para admirar e se encantar com as artimanhas de quem está no palco. Assistir às apresentações também serve para aumentar seus conhecimentos no assunto:

— Eu gosto de aprender mágicas para depois fazer sozinho. Peço para meu pai comprar uma coisa nova toda hora! Vou em todas as oficinas e shows de mágica e procuro novos truques na internet, principalmente no site Manual do mundo.

As irmãs Ana Beatriz Figueiredo, 4, e Júlia Siqueira, 7, também estão sempre sentadas nas cadeiras observando quem faz mágica. Júlia já sabe qual é o número de que mais gosta.

— No meu truque preferido, a gente engole uma luz que, depois, sai pela barriga. O mágico dá uma bolinha vermelha para a gente engolir e ele tira pela barriga, pela orelha e pelo nariz.

Luiz Antônio Marques, 13, mora na Asa Sul e também é fã de mágica. Ele faz mágicas com baralho, cordas, lenços, bastões, bolinhas, copos, moedas, garrafas, guardanapo e água! Ele gosta de se apresentar para crianças mais novas.

— Eu transformo cordas em lenços, transformo lenços em bastões, faço uma bolinha atravessar um copo, faço uma moeda entrar na garrafa. Em um dos truques, eu mostro uma flor e digo que, se uma pessoa bonita assoprar, ela acende uma luzinha. Uma das crianças assopra e a luzinha acende.

 

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