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Festival de risadas

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postado em 09/04/2014 19:00

Cena do filme Copa de elite: embalado para provocar gargalhadas na plateia 
Cena do filme Copa de elite: embalado para provocar gargalhadas na plateia


Alexandre Frota, em papel que remete ao sucesso de Paulo Gustavo Minha mãe é uma peça, está em Copa de elite. “Zoamos o conceito, ou seja, a ideia de sucesso de um filme protagonizado por um homem se fazendo passar por mulher”, comenta. Sem percorrer as superquadras de Brasília há três anos, ele — que segue intrigando as pessoas, pela falta de sotaque — adianta outra risível deturpação nos traços de personagens como Chico Xavier. “O Bento Ribeiro (da MTV) faz ele como um Chico surfista, bem carioca”, ri.

No esforço por dar cara aos personagens da comédia, Rafinha Bastos encarna o único ator brasileiro a faturar (um fictício) Oscar. “Ele é um cara que teve o sucesso subindo à cabeça. É meio aqueles atores que fazem uma leva de filmes nacionais, como o Selton Mello ou o Wagner Moura”. Talentos locais, como o ator Victor Leal (da Cia. de Comédia Os Melhores do Mundo), projetado em Até que a sorte nos separe 2, não ficaram de fora. “Ele interpreta um major, chefe do capitão (com algo do célebre Nascimento). O Victor, que vi numa peça quando era moleque, se tornou das melhores referências que tive na vida”, elogia.

Envolvido mais com a direção dos atores, e bem amparado pelo corroteirista Pedro Aguilera, o cineasta enfatizou a sensação de que nada está parado no filme. Em meio a bastidores divertidos, povoados por figuras do porte de Daniel Furlan (“a gente ri, só do jeito dele falar”), Anitta, Antônio Pedro e Thammy Miranda, Vitor Brandt comemora o provável fluxo de futuras gargalhadas. “Vou adorar se alguém perder uma piada, por estar rindo de outra. Acho ótima a ideia”, conclui.

 

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