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No segundo episódio da saga, o Homem-Aranha volta a enfrentar o Duende Verde, mas também se depara com os perigos de Electro

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postado em 30/04/2014 16:27

Yale Gontijo

Yale Gotijo/CB/D.A Press
À medida que a temperatura sobe no Hemisfério Norte, a corrida dos produtores cinematográficos pela marca de filme mais visto da temporada de calor começa a se desenhar. O espetacular Homem-Aranha 2: a ameaça de Electro gentilmente equilibra-se em uma teia para iniciar o verão cinematográfico de 2014, embora a metade de cima do globo terrestre ainda vivencie a primavera.

No filme, que entra em cartaz na América do Sul e Estados Unidos a partir de amanhã, o ator Andrew Garfield é, pela segunda vez, o homem dotado de instinto de um aracnídeo, mas incapaz de administrar uma vida amorosa sem causar ressentimentos. O seu par romântico — assim como no filme de 2012, O espetacular Homem-Aranha — é a estudante Gwen Stacy (Emma Stone). Após a morte do sogro, que Peter Parker não consegue esquecer, ele teme pela segurança da namorada, além de ter de lidar com a opinião pública, dividida sobre a eficácia do trabalho do super-herói.

Neste episódio, há a entrada do ator Jammie Foxx na pele de Max Dillon, uma espécie de funcionário desprestigiado na empresa Oscorp. O personagem, transformado durante um acidente em uma supercriatura capaz de controlar grandes cargas de eletricidade, faz as vezes do vilão intermediário Electro, a quem o Aranha enfrenta até encontrar a ameaça mais perigosa.

Assim como nos filmes da primeira trilogia do Homem-Aranha, estrelados por Tobey Maguire e dirigidos por Sam Raimi, o verdadeiro risco contra a vida do herói está em sua teia de amizades. No caso, na figura caricata do vilão Duende Verde/ Harry Osborn, papel que foi de James Franco na sequência de filmes lançados entre 2002 e 2007, e, agora, assumido pelo novato Dane DeHaan.

Em um ano de previsibilidade cinematográfica, o Aranha delineia um velho caminho conhecido por seus fãs, tanto os das HQs de Stan Lee quanto os das fitas mais recentes dedicadas à vida dupla de Peter Parker. O lançamento tem como pior inimigo a falta de originalidade em um roteiro com muitos pontos semelhantes aos anteriores. Até agora, a sequência do filme — já em cartaz em alguns países da
Europa e da Ásia — arrecadou US$ 132 milhões, com produção orçada em US$ 200 milhões. E, aparentemente, não tem conseguido levantar muito a arquibancada. Em sua primeira semana de exibição no Japão, O espetacular Homem-Aranha 2 ficou apenas em quarto lugar nas bilheterias.

Festa só para quatro

Desde que Os vingadores, primeiro filme unindo Capitão América, Thor, Homem de Ferro e Hulk, foi lançado e se tornou o maior sucesso de bilheteria mundial em 2012, a inclusão do Homem-Aranha como personagem de um dos maiores sucessos cinematográficos da editora Marvel Comics é ventilada.

A ideia de colocar o Aranha na continuação da franquia dos super-heróis — existente nos quadrinhos e esquecida no primeiro filme — foi aquecida por fãs e parte da imprensa especializada, mas está muito longe de acontecer pelos próximos anos. Em coletiva de imprensa do lançamento de O espetacular Homem-Aranha 2, os produtores Avi Arad e Matthew Tollmach voltaram a descartar a ideia, frustrando as expectativas do astro Andrew Garfield em, finalmente, integrar a equipe de super-heróis. “Isso está além da minha alçada, envolvendo advogados e muitos contratos, mas é claro que eu gostaria de participar de um filme assim”, declarou o ator.

US$ 200 milhões
Valor gasto na produção do filme
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