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Basquete

Mais próximo do torcedor

UniCeub/BRB faz programação de visitas a escolas públicas e particulares para mostrar a taça de campeão do NBB e conquistar novos fãs. Ontem, o ala e capitão Alex foi a um colégio na Asa Sul

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postado em 29/08/2012 15:19 / atualizado em 29/08/2012 15:36

Vitor de Morais , Especial para o Correio

Ed Alves CB/DA Press
Encontrar um ídolo nem sempre é tarefa fácil. Conseguir uma foto, mais difícil ainda. Mas nem tanto para os fãs de basquete do Distrito Federal. Alunos de escolas particulares e públicas estão tendo o privilégio de abrir as portas para os jogadores do UniCeub/BRB. Com o objetivo de aproximar a equipe dos torcedores, o time tricampeão do Novo Basquete Brasil (NBB) está em “turnê” pelos colégios brasilienses com o troféu da última conquista, sempre com um dos jogadores presente. Ontem, o ala e capitão Alex visitou o Sigma (912 Sul) durante o intervalo das aulas matutinas.

Antes mesmo de o sinal soar, alguns alunos se acotovelavam por alguns segundos com o ídolo. Para evitar qualquer princípio de confusão, Alex foi levado para a sala dos professores. Lá, distribuiu autógrafos e posou para fotos, mas com menos furor. Enquanto isso, as crianças e adolescentes formaram uma fila do lado de fora, à espera do craque. Conduzido pelo professor de educação física, Carlos Roberto Teles, o jogador foi às quadras poliesportivas da escola, onde alguns alunos o aguardavam.

Prestativo, o capitão participou de um bate-bola com os estudantes, ansiosos por acertar uma cesta atuando ao lado do tricampeão. “O Alex, o Guilherme Giovannoni, todos acabam sendo ídolos deles. Acho ótimo, pois há uma carência de ídolos que são bons exemplos”, observa Teles. Segundo o professor, o interesse dos alunos pelo basquete tem crescido à medida que o UniCeub/BRB conquista títulos.

Ao admitir que não costuma frequentar o Ginásio da Asceb, casa da equipe brasiliense, o estudante do 7º ano Igor Vidal de Carvalho elogia Alex. “Ele é jogador da Seleção Brasileira, campeão do NBB. Precisava pegar um autógrafo”, explica o garoto de 12 anos, que usava um bone do Miami Heat, atual detentor do título da NBA, liga americana de basquete.

Empolgado com o interesse das crianças, Alex vibra com o crescimento do basquete no Distrito Federal. “Brasília é referência no Brasil inteiro. Acaba pegando no gosto da garotada. Isso as incentiva e as motiva. Na minha época de escola, não tinha isso, até porque não tínhamos ídolos locais”, lembra o jogador, que nasceu e foi criado em Orlândia (SP).

Colega de série de Igor, Matheus Brasileiro jura que vai a todos os jogos do UniCeub/BRB, e demonstra intimidade com o assunto. “O Alex é o melhor jogador, embora eu goste de outros, como o armador Nezinho. Gosto do Ginásio da Asceb, mas queria que todas as partidas fossem no Nilson Nelson”, pede.

Ao saber da visita do ala, Pedro Henrique conseguiu autorização do professor para sair minutos antes do fim da aula. Mas a aguardada foto com o jogador ficou para outra oportunidade. “Não consegui. Mas não gosto tanto de basquete, só odeio futebol”, diverte-se.

 
Rotatividade
Antes do Sigma, o troféu foi levado ao Marista na semana passada pelo ala Ismar, que começou a jogar no colégio. Amanhã, é a vez de o Sagrado Coração de Maria receber a taça.

 
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